Ao atentarmos para as pequenas coisas do dia, todos os dias, além das grandes é claro, percebemos coisas estranhas.
Pequenas coisas interessantes, ou não, pois todas o são de alguma maneira, podem ser uma joaninha, uma formiga, um tomate amadurecendo, as diversas variedades de aves que habitam o dia e a noite.
Adoro as corujas, são incríveis, instigantes, companheiras, imponentes, sábias, sei lá, são nobres de alguma maneira.
A mesma nobreza que não possui, aparentemente, uma hiena, ainda que eu goste delas também. E não é porque inventaram que ela ri. Riria do que.
Contudo, estas pequenas coisas podem se apresentar de maneira bem mais sutil. Sons por exemplo.
Pois ontem, durante a observação de pequenas e grandes coisas do dia, pude notar que houve um som recorrente, mas que não tinha a ver com música tocando propriamente.
Tentando ser mais claro, é como estar fazendo alguma coisa qualquer, como martelar, serrar ou fazer abacate, e de repente, em função desta atividade cotidiana que se estiver desempenhando, começamos a definir padrões sonoros que se repetem no mesmo dia (comigo costuma ocorrer um dia só), ao estarmos com os ouvidos atentos aos sons ambientes.
Achei muito curioso o som cotidiano que pude perceber a minha volta ontem, pelo menos 04 vezes isso ocorreu.
Então, em homenagem ao som cotidiano de ontem, e que não disse ainda qual é, aí vai ele, o qual acho muito simpático pois lembra o iluminado período da infância, entre outras sensações indefiníveis, como o domingo de noite vendo Jacques Cousteau com a minha mãe.
Devia ter uns 07 anos de idade. Lembro que sempre dizia para ela - "Jaqui custô um dinherão!!" - quando ela informava o início do documentário.
Lembro também porque ela vivia contando isso ao longo de nossa virtuosa convivência.
É exatamente esse (salve o YOUTUBE!!!):
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