Quando os besouros marrons (marrons não os pretos, os pretos vêm depois no alto do verão, quando os bêbados pulam as ondas achando que com isso o ano vai ser melhor...que ano?) chegam, sei que está chegando o verão. Apenas isso. Outra estação, nada de rompantes.
Ora - o ano - trata-se apenas de uma contagem aleatória, derivada de nossa cultura (viajo pelo mundo para ter vários natais e varias passagens de ano....há....e várias noites), e de pensamento positivo (Lair Ribeiro), que, se não regado, fica naquela embriagada promessa otimista.
Se regado, viramos evangélicos.
Os besouros marrons batem na janela, depois caem, vagam, e morrem. Cumpriram sua sina. Cumpriram sua missão. E voam como se fossem fuscas voando. Não têm aerodinâmica. Ser besouro deve ser algum tipo de punição.
Ao invés de inferno.....besouro.
Besouros são patéticos, mas são simpáticos, e servem como alimento.
Certa feita a "Pirulita", uma canina que eu tive, comeu uns trinta (com minha ajuda), em uma só noite. Magina, a gente poderia acabar com essas merdas cheias de lixo que vendem no comércio escrito "ração" no rótulo.
Gosto dos besouros. Estranha é a existência dos mosquitos. Ou dos corruptos. Os de Brasília, não os simpáticos e deliciosos crustáceos de águas doces.






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