quinta-feira, 11 de junho de 2015

FILOSOFIAS E OSSOS



Gosto de distribuir as necessárias caminhadas do vovô, meu cão, em duas, de modo que uma delas é no sol e a outra na lua.

É melhor por vários aspectos, nem que seja por que ambas as fases são ótimas e têm particularidades diferentes, nem que seja o fato de que à noite não preciso ver humanos e ouvir um dos sons que considero como dos mais chatos que existem: aquela serrinha que se usa na construção civil, para serrar, lajotas, tijolos etc.

As máquinas de cortar grama, na primavera, parecem cigarras loucas, mas pelo menos o cheiro fica ótimo no ar.

Como senti há pouco aliás, olhei para o lado e havia um jasmim enorme coberto de flores, lembrei daquele filme que o assassino profissional, interpretado pelo Banderas, quase acha a sua vítima pois sabia que o perfume dela era de jasmim.

Pois é, quase tudo tem o lado bom e o ruim, que o diga o Antonio, que contracenou com o Silvester neste mesmo filme.

Acho que o Stallone já nasceu com botox e silicone nos beiços, pena que deus já não corrigiu aquela estória da pálpebra caída, e a voz de "habitante de hospício depois da medicação"   ........"AAAADRIAAAAANNNNNNNN"............

"O homem sem expressão". A esposa dele desistiu e virou lésbica (sem processos por favor, é apenas uma informação pública não um julgamento. Mas que mania de perseguição.

Mas todo esse papo desnecessário para dizer que nessa última caminhada com o cão, onde muito me distraem as estórias cretinas dele, o vovô me larga essa:

"doninho (ele me chama assim)..........é como diziam os cachorrinhos ancestrais.............cãofúcio........."um cachorrinho poderá passar toda a vida procurando pelo osso perfeito.....e não terá sido uma vida perdida".......








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