sábado, 13 de junho de 2015

"CANETAS DE DATENAS" NÃO ESCREVEM, RISCAM. O INCONSCIENTE COLETIVO RISCADO EM NÓS.



Têm umas coisas que acabam se incorporando ao fenômeno do inconsciente coletivo, e, como não poderia deixar de ser, até mesmo em face do próprio conceito de inconsciente coletivo, as pessoas ou copiam, ou aceitam sem pensar muito bem porque. 


Um exemplo disso é essa mania que apresentadores de programas parecidos com aquele do datena, usarem canetas enquanto gesticulam proferindo impropérios derivados de suas interpretações suínas, imediatistas e frenéticas de mundo.


Que estória é essa de caneta????? Que porra é essa de caneta se eles sequer escrevem bilhetes de geladeira??? 


Deve haver alguma motivação masturbatória nisso tudo. Afinal, estes programas são recheados de comerciais de baixo nível, de modo que sempre podem dar uma fugidinha ao banheiro. As canetas fedem como eles.


Eles não escrevem, só riscam, então pra que as canetas nas mãos?? Nem mesmo eles sabem...


Se ainda fosse o Machado de Assis com uma caneta (ou pena) na mão apresentando o programa, mas é o datena...


A propósito, a autobiografia do datena se chamará: "Do Zero ao Nada", assim como é o caminho das pessoas que assistem àquele programa.


Pessoas como o datena exploram o mesmo nicho de pessoas que as igrejas evangélicas de gangsters. Teríamos que mudar, então, a educação das pessoas desse país, só assim se poderia varrer esse tipo de lixo.


Este tipo de "apresentador" virou moda Brasil afora, todos são iguais, todos vomitam asneiras, todos gritam, todos são "fascistóides", todos usam ternos e canetas, todos são asquerosos, todos são vulgares, como vulgar é o seu público. 


Todos fedem. São todos horríveis. São todos meio brancos. São todos meio gordos e adoram óculos, mesmo não praticando qualquer leitura (deve ser o prompt).


Adoram aqueles gritos, manifestações histriônicas, anões apanhando, como se anões devessem apanhar e como se bater em anões e pessoas com defeito físico (et) não fosse contaminar o inconsciente coletivo.


Assim como aquelas bundas fedorentas todos os dias em close rebolando afetadamente nas nossas televisões e computadores, com seus ridículos "quadradinhos de oito" e outras escrotices do gênero, como essa bizarrice do "funk ostentação".


Como já dizia o Gabriel Pensador, se referindo ao racismo: "o racismo vai se alastrando sob a forma de piadas que teriam bem mais graça se não fossem o reflexo de nossa ignorância, transmitindo a discriminação desde a infância" 


Parece que existe uma classe paralela de seres humanos, inclusive em termos genéticos e visão de mundo. 


Aquele personagem do filme Tropa de Elite 2, o Fortunato, interpretado brilhantemente pelo ator André Mattos, aliás, deve certamente ter sido inspirado neste tipo de "jornalismo" vagabundo, mais precisamente o datena. 


O Fortunato é uma espécie de datena "caricaturizado".


A choldra que incentiva tais nefastos personagens do mundo televisivo (selva...fauna) sequer tem consciência da violência a que está sujeita ao incentivar criaturas como o datena ou mesmo as igrejas evangélicas sujas. 


É que isso alastra por tudo, mas poucos entenderão a dimensão desta assertiva.


A gente teria que salvá-los, não necessariamente condená-los, ainda que merecessem bons bofetões de mão aberta.


Pra acabar com o lixo temos que nos educar. Mas não só isso. Educação com liberdade. 


Wiki - "Inconsciente Coletivo, segundo o conceito de psicologia analítica criado pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, é a camada mais profunda da psique. Ele é constituído pelos materiais que foram herdados, e é nele que residem os traços funcionais, tais como imagens virtuais, que seriam comuns a todos os seres humanos. O inconsciente coletivo também tem sido compreendido como um arcabouço de arquétipos cujas influências se expandem para além da psique humana."

















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