Aprender e escrever consomem ao final da jornada. E sinto náuseas passageiras. Ou não.
Penso haver uma lógica em ser consumido pelo aprendizado.
Quando se aprende, não precisamos ficar vivos por tanto mais tempo, ainda mais se escrevemos, pois sequer para ensinar precisaríamos de mas sopros vitais, já que registrado está.
Por isso mesmo fazer exercícios em demasia acredito que consumam o corpo antes. Prefiro caminhadas regulares e e realizar atividades cotidianas sem contratar alguém. Pessoas me desconectam, me desconcentram.
Posso partir, pois se está a tratar de ciclo brindado pela finitude, e pautado pela dor de ser e respirar. Respirar causa claustrofobia, pois sempre se pensa no risco da falta de ar. Sufoco ao pensar nisso.
Como viver, e morrer. Pior é morrer sem saber. Pior é nem morrer, pois não nasceu.
Se não aprendi não poderei partir. Mas partirei mesmo assim. Aprendamos pois. Parem de chupar bala. E ouvir Vitor e Leo.




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