segunda-feira, 10 de agosto de 2015

NOITE E VIDA (ROGERINA)



A cada início de noite nasço. Morro ao final. À noite, vivo. E vivo. E nasço e morro. E vivo de novo. E me descubro descobrindo o mundo. 
Quando chegam os bárbaros me cubro para esperar ansiosamente por mais uma noite. Latente é o dia.











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