"Exército de terracota, Guerreiros de Xian ou ainda Exército do imperador Qin, é uma coleção de esculturas de terracota representando os exércitos de Qin Shi Huang, o primeiro imperador da China.
É uma forma de arte funerária enterrada com o imperador em 210-209 a.C. e cuja finalidade era proteger o governante chinês em sua vida após a morte.
As esculturas, que datam de aproximadamente do final do século III aC,[1] foram descobertas em 1974 por agricultores locais no Distrito de Lintong, em Xi'an, na província de Shaanxi. Os soldados variam em altura de acordo com suas funções, sendo os generais os mais altos.
As estátuas incluem guerreiros, carruagens e cavalos. Estimativas atuais são de que nos três poços que contêm o Exército de Terracota, havia mais de oito mil soldados, 130 carruagens com 520 cavalos e 150 cavalos de cavalaria, a maioria dos quais ainda estão enterrados nas covas nas proximidades Mausoléu de Qin Shihuang.[2]
Outras esculturas de terracota não-militares também foram encontradas em outros poços e incluem funcionários, acrobatas e músicos."
Os guerreiros da China eram feitos de terracota.
E nós... somos guerreiros?.........somos feitos de terracota?? Somos, ou apenas sobrevivemos?
A primeira conclusão que podemos extrair - tanto chineses como os egípcios gostavam de ser sepultados acompanhados de seus amuletos, proteções e protetores.
A segunda conclusão é que tanto os Maias quanto os Egípcios construíram pirâmides, como de resto, outros povos.
Todos com distanciamento não só temporal quanto territorial, em épocas em que não existia a aviação comercial.
A terceira conclusão que se extrai: não somos guerreiros. Não somos merda nenhuma, na verdade.
Ou melhor: desistimos de querer ser alguma coisa, e passamos a servir ao "Grande Irmão". Exército de escravos covardes, prontos para morrer pelo nada que somos.
Noite passada fui em um local, para o qual fui convidado. Convivi com lunáticos, que ficavam à espreita, disfarçando estar usando os seus inseparáveis androids e afins. Olhos entre androids e eu. Olhos negros.
Assim se conduzem, aliás, aqueles que fazem parte do exército de escravos. Escravos não são felizes, agridem e espreitam. E são agredidos. "Costas marcadas, mãos calejadas".
Todos lá. Todos cordeiros. Todos abutres. Todos mansos. Todos à espreita. Todos dissimulados. Todos escravos. Todos infelizes. Todos despeitados.
Serão enterrados sem os seus senhores, são feitos de argila. Buracos e seus refugos. Nunca serão guerreiros. nunca serão feitos de terracota.
E lá estavam eles, fingindo que eu não existia, mas enaltecendo a minha existência por meio da indiferença. Vos observo, e vos ignoro, sem ignorar.
O açoite dos escravos - sado-masoquistas que acabam por se tornar - face a sua condição de submissão.
São como as serpentes na cabeça da Medusa.
Submissão gera escravidão, ainda que com ódios em ambos os lados. Ora, o Poder não liga para o ódio, mas para o dinheiro e mais Poder. E o ódio dos escravos normalmente não interessa ao Poder, sendo apenas um de seus reflexos.
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Como sempre, as crianças e os animais eram os únicos que conseguiam permanecer naturais no recinto. Ou seja, conforme a sua natureza, sem artifícios mal dissimulados de dissimulação.
Sem a boa e velha "ultra-violência" moral, termo que lanço inspirado nas expressões contidas no excelente filme "Laranja Mecânica".
Violentamo-nos, ou violentamo-vos mesmo quando somos omissos.
Ou quando somos "propositalmente omissos".
Entre todos os fracos, ainda prefiro aqueles que mostram a cara. Coragem sempre será valorizada, ainda que em lado oposto.
Adoro as trips surreais, seja para o lado bom, seja para o lado mau. A gente dá uma passada no inferno, mas sempre retorna ao seu lugar.
Devemos conhecer estes lugares, mil utilidades há. Não devemos é residir no inferno.
Normalmente aqueles que imaginam estar trilhando o caminho das nuvens, estão, em, verdade, é nas trevas. Como diz o meu amigo Leonardo - "o que importa é ter consciência"...
Ainda bem que estou preparado. Fico com pena é daqueles que não estão. E de mim mesmo há alguns anos. De volta para o futuro...
Picos de surrealidade. Além de emprestarem gentilmente as suas insolentes e despeitadas indiferenças, sua distração básica consistia em ver antigos vídeos onde o time assim denominado "Grêmio", obtinha resultados positivos.
Afora isso, continuavam todos dissimuladamente entretidos com seus androids e afins, como fora uma reunião para imbecis usarem os seus androids com uma criança retardada gritando e arremessando peças de "lego" gigantes.
A criança também estava se tornando sociopata.
A comida era sofrível.
Picos de surrealidade. Além de emprestarem gentilmente as suas insolentes e despeitadas indiferenças, sua distração básica consistia em ver antigos vídeos onde o time assim denominado "Grêmio", obtinha resultados positivos.
Afora isso, continuavam todos dissimuladamente entretidos com seus androids e afins, como fora uma reunião para imbecis usarem os seus androids com uma criança retardada gritando e arremessando peças de "lego" gigantes.
A criança também estava se tornando sociopata.
A comida era sofrível.
Pois bem, quando achei que tinha visto tudo - vou poupá-los quanto ao "tudo" - acabo por me deparar com a presença de uma pessoa em idade provecta sussurrando impropérios no ouvido de quem quisesse ouvir, da pessoa que havia me convidado para a confraternização, sem que qualquer freio fosse imposto a ele.
Dessas pessoas idosas que se sentem mais jovens do que acabam por nos parecer, e tão sem graça quanto o serginho gosma. E que gostam de atirar charadas baratas ao ar, como se bugios fossem.
Dessas pessoas idosas que se sentem mais jovens do que acabam por nos parecer, e tão sem graça quanto o serginho gosma. E que gostam de atirar charadas baratas ao ar, como se bugios fossem.
Chorava de rir por dentro...e pensava...animais...animenos...alfafa é o que merecem....ele apenas riu e se foi...
O que me surpreende mesmo é saber que tudo é sempre assim onde entra o homem convivendo com seus semelhantes.
A competição sempre impulsiona tudo, primitivos e primais que somos.
Primenos.
Somos subjugados por ela. Somos senhores maus, ou escravos. Maus também. Merecem-se.
E eu sigo à margem. Equidistante. Como descreve Hermann Hesse em seu Lobo da Estepe.
Fodam-se. São todos feitos de bosta seca, e não de terracota. E não são guerreiros.


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