Judeus...indiferentes ao sofrimento alheio.
Antes eles, do que a população de Serra Leoa, ou Palestina.
Ou são apenas humanos, como todos nós, com a diferença de que cortam o prepúcio, como os cachorros e seus rabos.
Crenças idiotas e seus rituais idiotas travestidos em pomposas cerimônias. Rabinos repetindo rabinices a insanos que gostariam de ser rabinos...
E nasceram com a vocação de imaginar e propalar que são "os escolhidos", e isso vai longe.
Basta ver que Jesus se anunciava como o Messias.
Hoje em dia seria conduzido a uma clínica ao menos. Antes Propofol (Michael Jackson era viciado, e sua morte foi atribuída a esta droga), do que a cruz.
Engraçado é que a cruz seria substituída por uma ampola, ou seja, a merda continuaria existindo, porque se trata de tendência do ser humano.
Não controlamos. Veneramos desde imagens do Pablo Escobar e totens, até esculturas sacras do Vaticano.
Ovelhas são religiosas, se explodem, ou se ajoelham no genuflexório. Nenhuma tem coragem, ainda que possamos pensar diferente.
Não ovelhas usam burcas ou Ak 47.
Adoram holofotes e holocaustos.
O trocadilho é contundente, mas será justificado ao longo do escrito. Este que vos escreve ainda está no domínio de suas faculdades mentais.
Ironicamente foram os próprios Judeus, surfando em mais uma de suas eternas contradições, que promoveram o extermínio de sua figura mais idolatrada.
Oportunistas. Gente oportunisticamente complicada. Parecem mulheres. Seu lema: "bra gue rezolvê si a gendi bode gumpligá..."
Cortar o prepúcio. Que palhaçada.
Cortem seus ódios, seus rancores, suas crenças patéticas, não os prepúcios. Cortem a gravata do Sobel.
Cortem seus lamentos emparedados e façam algo pela humanidade além de pregar sua crença desagregadora e confusa. Cretinos. Hipócritas.
E veneram cegamente um Deus cheio de ódio e vingança. Parecido com seus seguidores. Ou com os muçulmanos.
Cada um tem o amigo que merece. cada um tem o Pastor que pode escolher.
Em tempo...o homem de verdade não tem pastores, tem convicções nutridas apenas por ele. Pastores foram destinados aos fracos.
Tendências masoquistas do ser humano, nothing more...nothing less.
"Orgulham-se" de terem sido objeto de terríveis extermínios e violência durante a história e principalmente durante a Segunda Guerra.
No entanto, foram eles que condenaram Jesus à tortura e à morte, e não aquele ladrão vagabundo do Barrabás.
Judeus são apenas mais um povo que sofreu perseguições, assim como vários outros como os Tibetanos.
A diferença é que os judeus possuem maior poder financeiro. O poderio bélico não é uma opção de que possam dispor os tibetanos.
Judeus nada têm de especial, pois. pertencem apenas ao fenômeno humano. Cagam, peidam, comem, trepam, sobrevivem, maltratam e dissimulam.
É apenas mais um agrupamento sectário, dogmático e preconceituoso, característica recorrente em todos os "grupos", no sentido "lato", assim como os estúpidos seres que engordam as torcidas organizadas.
Gente sem identidade precisa de grupos. Grupos são sectários pois regidos por dogmas.
Dogma, futuramente (para mim é presente), será sinônimo de ignorância arrogante, e será banido, passando a registrar apenas um arcaico conceito formulado por humanos arcaicos.
Tão arcaicos como aqueles que defendiam e defendem a escravidão. Escrotos.
Egoístas quanto aos seus interesses ilógicos, e refratários no que diz com às etnias que não a deles.
Faltou-lhes discernimento ao longo da história, como faltou aos Nazistas e, de resto, à humanidade em geral, que se desenvolve a passos de tartaruga, e sempre precisou de tombos para aprender, como as crianças.
Somos ainda crianças. Vivemos em estado de ego infantil.
O povo de Israel deveria servir de exemplo às gerações futuras, haja vista que foi o principal alvo do odioso e cruel regime nazista, como todos sabemos muito bem, ainda que outros povos também tenham sido dizimados aos milhões, como o exemplo da Argélia.
Mas estes massacres não são tão populares, assim como Arimatéia não conseguiu ser mais popular que Jesus.
Assim como o José da Silva que não conseguiu ser tão popular quanto o Edir Macedo, aquele escroto, que parece uma freira lésbica de terno.
Os judeus, pois, deveriam tentar dar e servir de exemplo às gerações presentes e futuras, no entanto fizeram o contrário, provando que são apenas humanos limitados, que não têm escrúpulos quando se trata de alimentar as suas conveniências egoístas, sejam particulares sejam coletivas.
Grupos são assim, sectários, formados por fracos, liderados por lunáticos, e morrendo por causas que não são aquelas que deveria o indivíduo bem formado almejar.
Ovelhas inúteis. Inocentes úteis uniformizados de idiotas. Soldados da ignorância.
Pois como dizia ao iniciar o escrito, sendo justamente este o núcleo do presente debate, estando os "quipazianos" com seus cús circuncidados cheios de diamantes vermelhos, é o que basta.
Depois podem ir cortar prepúcios e dançar nos seus "empolgantes" e nefastos bar mitzvah (heia naguila heia naguila rava....bla bla...........ugh) e suas mães chatas, com seus cabelos cacheados e fisionomias de general. Tão corujas qto a sua religião.
"De bom aqui só nóis, o resto que pule pra fora! E não assassinem seus irmãos, não cometam o mesmo erro que nós!!)."
O Resto que se foda. Inclusive os seus ascendentes que sofreram no holocausto.
De um lado financiam guerras sangrentas contra povos alienígenas, e, de outro, enchem as rabinas bundas de dinheiro obtido às custas de milhares e milhares de vidas.
Mesma lógica empregada contra os Judeus pelo Regime Nazifucker antes e durante a Segunda grande Guerra.
Ninguém é inocente (lema dos homens-bomba).
Digo isso com base apenas em um exemplo, entre tantos outros que poderia citar.
Os judeus figuram entre os maiores financiadores das guerras civis ocorridas em Serra Leoa entre os anos de 1991 e 2002, onde dezenas de milhares de pessoas morreram, e dois milhões (mais de um terço da população) tiveram que ser deslocadas em virtude do conflito gerado pela asquerosa fome por diamantes, uma pedra de merda que não significa nada.
Isso porque a rota dos "diamantes de sangue", como ficaram conhecidos, tinha como destino final, normalmente, a Antuérpia, segunda maior cidade da Bélgica.
Ocorre que quase todos os compradores dos "diamantes de sangue", eram famílias de judeus que lapidavam e vendiam as pedras ao redor do mundo, praticamente dominando o mercado dessa estúpida pedra.
As coisas têm o valor que atribuímos a elas, como os merdas dos orientais assassinos de baleias, golfinhos, focas e tubarões, que pagam milhares de dólares em busca de supostas virilidades, quando, em verdade, o problema é que nasceram com os paus pequenos.
Basta ver que os negros não costumam matar tubarões e golfinhos para que seus paus aumentem ou fiquem eretos.
Alguém tem que explicar aos orientais que não se trata de ereção, e sim de tamanho.
Não adianta matar. Adianta é se acostumar com a ideia de que as coisas são assim mesmo.
Assim sendo, e, em conclusão, os Judeus, quando muito, devem apenas lamentar o Holocausto, mas parar de fazer festa em cima disso, pois, afinal de contas, não só financiam matanças equiparadas ao que os nazistas promoveram na Segunda Guerra, como também mataram Jesus, embora este figure tanto na tradição de Israel, como a Cristã) (tradição judaico-cristã).
Somos todos feitos da mesma merda. Ninguém se torna santo por ter matado menos humanos. Neste caso a análise meramente quantitativa é algo grosseiro, abominável.
Quem rouba uma vela não é menos desonesto do que quem rouba um banco. Todos são ladrões.
Parem de chorar e tentem ser melhores. Ou então abandonem a crença de eternos escolhidos (escolhidos até para financiar guerras e ceifar dezenas de milhares de vidas em Serra Leoa).
Ninguém é inocente. Naguila hava é o cacete.
Cada um cultiva o seu próprio holocausto, e nenhum é melhor do que outro.
WIKI - "A expressão diamantes de sangue, diamante quente, diamante de guerra ou diamantes de conflito refere-se ao diamante extraído em uma zona de guerra, geralmente na África - onde cerca de dois terços de diamantes do mundo são extraídos, e vendido para financiar grupos insurgentes ou um exército invasor ou um senhor da guerra.
Os diamantes obtidos em uma zona de guerra são geralmente extraídos por mão de obra escrava ou por trabalhadores em condições análogas à escravidão.
Em geral, o negócio dos diamantes de sangue é associado aos financiadores de conflitos iniciados entre meados da década de 1990 e a década de 2000, na África Ocidental."



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