"Satíricon é uma obra da literatura latina de autoria do prosador romano Petrônio escrita provavelmente próximo do ano 60 dC, que descreve as aventuras e desventuras do narrador, Encólpio, do seu amante Ascilto e do servo, o jovem Gitão, que se intromete entre os dois amantes provocando ciúme e discussão.
Juntamente com o poeta Eumolpo, embarcam em aventuras diversas acabando naufragados nas mão de Circe, uma sacerdotisa do deus Príapo.
Dessa sátira notável dos tempos do imperador Nero sobrevivem apenas fragmentos, dos quais o mais significativo é o afamado Banquete de Trimalquião, onde se fazem descrições detalhadas dum jantar luxuoso, extravagante e decadente oferecido pelo que se poderia chamar um "novo-rico" romano."
Manter-se equidistante tem as suas vantagens.
Como dizia o "rauzito" - "quem pensa, pensa melhor parado." Pois ouso complementar o nobre pensamento - parado e equidistante dos fatos objeto da reflexão de que se trata. Reflexão em tese.
Principiemos a partir do conceito bruto, visceral:
EQUIDISTÂNCIA: Dicionário Online de Português:
"s.f. Característica ou condição daquilo que é equidistante; que possui a mesma distância ou está localizando entre distâncias iguais.
(Etm. equ + i + distância)"
Vejamos exemplo de uma sentença onde a palavra "equidistância" é empregada a partir da interpretação que melhor se amolda ao que se pretende esmiuçar no presente escrito:
"Segundo o periódico, o sinal verde do Conselho Supremo das Forças Armadas confirma sua "equidistância" de todos os aspirantes presidenciais e demonstra que não apoia nenhum deles. Folha de São Paulo, 24/04/2012."
Não só porque, segundo o conceito de "equidistância" esta definição engloba paridade, distâncias iguais em relação ao ponto analisado.
Porque bestas, sejam do bem ou do mal, gravitam em tornos de núcleos. Não necessariamente vivem nele. Apenas fazem passeios eventuais, conforme um conjunto de interesses que, nas mais das vezes, caracteriza-se por um total egoísmo, e pela frieza no planejamento.
Não há lugar para remorso. Aqui os fracos não têm vez.
A distinção acima parece acadêmica, ou confusa, mas na verdade encerra ideias sutis e importantíssimas.
Isso porque, concorrendo duas análises antagônicas, tanto melhor que ambos os conceitos estejam observando os fatos distantes, e em igual distância dos fatos, evitando eventuais contaminações geradas por interesses de corpo ou privados.
Certo é que todos falam, contudo, sempre falará melhor quem não estiver envolvido política ou moralmente com o tema proposto.
É justamente por isso que apenas dois tipos de seres humanos percebem e observam o mundo como ele realmente é: os policiais e os criminosos.
Os demais são inocentes vivendo suas "disneylândias" ou novelinhas dramáticas pessoais.
Não entendem o que são, nem sua finalidade, apenas vivem dia a dia, sobrevivendo.
Comem, cagam, trepam, divertem-se de forma vagabunda, se agridem e maltratam uns aos outros. Vivem sem entendimento de si mesmos, dos outros e do que representam perante a natureza.
Por isso mesmo reelegem o Collor e o Sarney e esse lixo todo que nos "representa". Essa gente deveria apanhar. Os que elegem e os eleitos.
Coelhos trêmulos e inconscientes, que, tal qual os coelhos, costumam morrer de susto, ao invés de estar preparado para ele sempre, algo que só se obtém ao longo de anos e com bastante concentração.
Não é o indivíduo que importa. É a porra do todo. Senão a natureza não nos teria concebido com tendências eminentemente sociais.
Teria concebido células isoladas, ou apenas uma célula detentora de todas as verdades, e possuidor apenas de sua vida.
Somos muitos justamente para que vários possam morrer, e mesmo assim a raça ser perpetuada. Como as formigas. Ou os caribus. A natureza privilegia o conjunto, não os nossos egoísmos pueris.
De nada adiantava o Roberto Marinho querer perpetuar a si mesmo em câmaras criogênicas ou hiperbáricas, entre outros tratamentos exóticos que só faziam enriquecer médicos alienígenas.
A lógica das coisas do universo, quando muito, quer é a tal de Rede Globo viva, e não o Sr. Roberto, que Deus o tenha (se eu acreditasse em Deus).
O universo procura a obra, e não seus autores. "Finis coronat opus."
Justamente por esta razão é que só pode ajudar aos outros quem tem força para tanto, quem pode, quem descobriu ou tem a tendência de saber que o todo importa, de modo que se faz mais e mais forte e se basta, e tem ainda a possibilidade incrível de distribuir força.
A maioria das pessoas vive a chorar por si mesmas, transforma a sua vida em uma comédia enlatada, cheia de teatro, hipocrisia e maldade e mesmo os egoísmos de que se trata.
Só têm tempo força e possibilidade - e nem isso - de lidar com os seus umbigos sujos, fracos que são. E ainda distribuem maldade. Fracos que são. Naturezas inversas.
Cuidam de seus "cús" apenas, e dos "cús" dos outros, ao invés de criarem novos conceitos científicos, curas de doenças, computadores e celulares. Bárbaros.
Mesmo os bárbaros, entretanto, têm a sua utilidade, nem que seja por servirem como mau exemplo, e porque alimentam seres verdadeiramente fortes com a vontade de serem ainda melhores.
Fugir da vulgaridade de ser é bem mais difícil do que existir vulgarmente, ainda que alguns conectem o conceito de "existir vulgarmente", como um conceito equivocada e cinicamente tido como positivo, ou seja, a Lei do Gérson, levar vantagem em tudo.
Apenas os tolos se vangloriam de tal atributo.
Mas retornemos aos temas que interessam a este escrito, e que sequer ficaram claros ainda.
Falava inicialmente em equidistância, porque, enquanto bebia vinho com alguns gringos parecidos com o Sartori.
Aquele papo aparentemente macio, mas que apenas os incautos não compreendem os meandros subliminares - tive momentos de introspecção e acabei chegando à conclusão de que grande obstáculo que o Brasil encontra entre a merda e algo um pouco melhor, vem a ser justamente aquele balaio de ratos que está á frente do Poder Legislativo federal.
Ponto em que eu e o Capitão Nascimento acabamos por concordar, ao longo de nossos acirrados e habituais debates noturnos. Sempre ocorrem antes de enchermos a cara de Whisky e chorar de rir abraçados.
(odeio motos barulhentas, mundo estranho que não veda uma tal prática...é apenas uma quebrada no texto...porque acabou de passar uma aqui e quebrou o continumm)
Pois ontem as manchetes todas noticiavam o fato cretino de que a "rataiada" do Congresso estava em polvorosa, sentindo-se profundamente vilipendiados, maculados em seus Direitos de primeira geração, assegurados pelo texto da CF/88 (colcha de retalhos indecente..."ódio e nojo", como disse o Dr. Ulisses). Que os tubarões o tenham. junto com o padre dos balões.
Isso porque ficaram ofendidinhos com as incursões da Polícia Federal nas residências dessas figuras, que são nobres e merecem nobrezas apenas no seu raso, tendencioso e tinhoso entendimento.
Tive que ouvir o Collor (ainda ele!!!!!), choramingando no Senado a respeito das supostas máculas aos seus Direitos de cidadão, constitucionalmente assegurados.
Primeiro: Vossa Excelência vá tomar em seu cú.
Segundo: deveria o nobre Ex-Presidente discorrer, com a mesma energia, acerca dos recorrentes e aceitos abusos da polícia nas abordagens que ocorrem em territórios menos agraciados financeiramente.
Tapa na cara. Açoite. Terror. Milícia. Medo. Portas pedaladas de manhã - "levanta vagabundo!!!!". "Bota no plástico". "Bota na conta do Papa". "Na cara não que é pra não estragar o velório".
Sou mais o Baiano. Pelo menos parece o que é. Ganha em autenticidade o que o Nascimento (Morrimento) perde em cinismo oficial e socialmente incentivado.
Livres para matar (como a ROTA, do Maluf, sinônimo de escroque), em nome dos valores arrogantes, soberbos, mesquinhos egoístas e abomináveis daqueles que comandam a máquina, acompanhados de suas ovelhas. Cajados e ovelhas.
Execuções sumárias que são mostradas descaradamente em filmes campeões de bilheteria no próprio Brasil. Sob o silêncio complacente, cruel e escuro dos egoístas coelhos. Vivem na Idade Média. Grandes escuridões.
Fossem eles menos coelhos, e menos egoístas, e o problema estaria resolvido. Funcionam como aquele tipo de gente com a a seguinte dinâmica de pensamento: "bah isso está chateando...melhor matar tudo e jogar no mar...".
Ou como fizeram na ditadura militar do Brasil e a própria Argentina. Fulano era arremessado de avião. Simples assim. Como simples foi a solução final proposta pelos nazifuckers.
Na ditadura do mesmo imbecil que mandou jovens hermanos ao sacrifício nas Malvinas (os Ingleses idiotas conseguiram até mudar o nome da Ilha...cretinos...vão tomar chá e venerar a carcaça que chamam de rainha.
"Fulano se atirou na ponte aérea, não esperou fila de espera, preparar pra descolar".
O Congresso, esgoto de in(esgot)áveis charadas, falácias, subterfúgios e indecências legais, joguinhos verbais, retóricas, ameaças veladas, vagabundagem em rede nacional e principalmente o poder ilimitado de poder fazer o que quiserem.
Inclusive ter uma horda de assessores que não servem para porra nenhuma (ASPONE) e tantas outras regalias que seria necessária uma bíblia para que conseguíssemos esgotar o tema
Chamem monges copistas. E castrados (Michael Jackson não, por favor, nem em lembrança...gênio...na música...)
Rio...choro...não sabemos muito bem o que fazer diante de um Congresso com tentáculos tão infinitos. Lula gigante. Qualquer semelhança com fatos ou pessoas terá sido mera coincidência.
Estou até o presente momento perdido neste dilema...rir....chorar...como as máscaras do teatro...como se estivesse perdido bêbado em um labirinto de arbustos adornando o castelo de alguma imundície ambulante de sangue não azul, especialista em perucas e chistes infames. Ambos. Os três.
Aliás, e a propósito, choro de rir quando ouço falar em família real.
Não é porque a Inglaterra deu certo e até hoje fode o Mundo com sua tendência de colonizar e escravizar (malvinas), que vou ficar aqui como uma "barbie", achando bonito aquele conjunto de bobagens ridículas que eles fazem quando não estão fudendo algum país.
Tungam riquezas, vidas e culturas. Depois abandonam a carcaça. Quando abandonam.
Conseguem fuder até os seus irmãos, como ocorre no caso da Irlanda.
Fodam-se os ingleses e seus maneirismos. E seu Domingo Sangrento. IRA - ação e reação. Dominação imposta por alienígenas gera IRAS e GHANDIS. E jovens argentinos massacrados pelos selvangens e sádicos grupos especiais da Coroa.
God fuck the Queen.
Colonizações tiranas, como ocorreu com a Índia, e um sem número de países, entre eles, a Argentina e suas Malvinas. Daí me questiono - mas o que será que esses merdas desses ingleses estão fazendo aqui no meu pátio, querendo bancar os grandões.
Não só a Argentina deveria se revoltar, como de resto qualquer país respeitável da sul-americano. Não quero crer que pelo menos um não se salve...
Deveríamos ter a nítida e clara noção de que essa gente tem que ficar lá no canto deles e mandá-los às favas. Mas não, somos gatinhos e somos mauzinhos. Preferimos sempre ficar de quatro. Vocação. DNA.
Todos adoram fingir que não estão vendo, mas a presença da Inglaterra nas Malvinas constitui uma afronta velada, uma ameaça maquiada que está sempre balbuciando em nossos ouvidos e inconsciências o quão pequenos somos.
E é uma afronta não apenas contra a Argentina, evidentemente, representando o bom açoite ruidoso ou silencioso que tanto adoramos, putas que somos.
Deveriam reencarnar o Ghandi nas Malvinas, nem que fosse só para expulsar aqueles seres vermelhos, racistas, tiranos e brancos da Ilha de que se trata. Malditos Ingleses.
"Go home suckers!"
Saiam do meu quintal, vão comer as suas estúpidas batatas fritas com frango naquela ilhota onde habitam, o qual tem rainhas provectas, príncipes modess, princesas que odeiam papparazzi, e lixo escondido, privilegiando gente que nada mais precisa fazer do que nascer para serem famosos e ricos.
Aqueles filhos do Charles com cara de cavalo. Vão jogar Cricket. Que empolgantes vocês.
Algo em que muito se assemelham aos rechonchudos, burros, sádicos e operosos estadunidenses, povo sem justiça, sem alma, preconceituoso e com alter ego dominante.
Balas demais, arte de menos. São excelentes consumidores de cultura. Quando muito. Como o é o Woody Allen. Pelo Menos segundo a opinião do Philip Roth. Incrivelmente este gênio é estaadunidense...tá eu sei que tem vários outros, inclusive o Pollock e Blake. E os Beatniks.
Costumam exercer, os americanos do norte, uma forma de selvageria que é confundida por eles, e por grande parte dos humanos que habitam a Terra, como uma forma requintada de desenvolvimento.
A própria polícia americana, em todos os seus níveis, tem causado perturbação e preocupação, pois, com o passar do tempo, começou a ter poderes praticamente ilimitados, e de maneira oficial, como nunca antes.
Vivem com medo de ameças externas e desastres de proporções bíblicas. Vivem causando medo. E vivem com medo uns dos outros, armados até os dentes, comendo hambúrguer e praticando esportes suínos.
Irlandeses que não deram certo. Corruptelas. And Justice For All...
Além disso, todos são feios.
Mas, voltando aos Ratos do Congresso, o que deveria ser, e ainda é, o núcleo do presente e imprevisível escrito (não exerço comando sobre ele...sou menor que ele...apenas reproduzo o que vem de fora...fora do que considero como o "eu consciente") certo é que o Poder Legislativo escreve (tatua) diariamente nas nossas suínas fuças a sua perpetuação parasítica.
Isso porque, ao fim e ao cabo, é o Poder Legislativo federal quem dita todas as regras e mecanismos de tudo, interfere dramaticamente em todos os Poderes, seja em que nível for.
Votam seus aumentos vergonhosos de vencimento, rejeitam propostas do Executivo, trancam pautas importantes, limitam poderes das polícias, Ministério Público e Judiciário, rapinam diariamente a nação, como mostram os noticiários, sempre se protegendo, seja por meio de CPIs imbecis, seja pela alteração de diplomas legais.
Não estou exagerando. É só parar pra pensar três milésimos de segundo. É aquela choldra, aquela escumalha que comanda tudo, ao fim e ao cabo.
Não sejamos tolos. "Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira."
E nós pagando todo o custo, com o lombo marcado, jegues que somos, a paga da praga que a gente cria a cada eleição, enchendo o rabo dessa gente inútil e desonesta de regalias intermináveis, toda a sorte de favorecimentos, gente elencada entre as mais caras do mundo, contando com mecanismos de defesa também forjados por eles etc etc etc
Porque tudo é forjado pelo Legislativo federal. E eles não respondem por quase nada.
Abusam sempre - exemplo disso a chapa-branca Voz do Brasil e as (agora) eternas propagandas eleitorais, aquele lixo publicitário, tão descartável quanto uma câmera fotográfica de papelão dos anos 80.
Bons tempos aqueles tínhamos o prazer de esquecer que existiam tais propagandas, e de repente lembrávamos apenas quando elas iniciavam próximo das eleições
Agora todos os dias temos que receber a visita dessa gente no meio de programações que gostamos de ver e ouvir, com suas maquiagens sofríveis, plásticas, sorrisos, botox (todo mundo está ficando meio igual - João Cléber), e aquela quantidade interminável de jargões publicitários cretinos, que fazem as pessoas sentirem saudades de Goebbles, o manco ariano psicopata.
Essa choldra é que comanda tudo e que estraga tudo, contando com o seu despreparado desinteressado e desesperado eleitorado, o qual, por sua vez, e também a partir dos mecanismos ilimitados (super-poderes) que possuem, apenas fazem incentivar a manutenção destes níveis intelectuais e sociais que causam vergonha.
Caso contrario não se elegeriam pois, por mais que possa parecer um clichê, um povo mais instruído e inteligente vomitaria em cima dessa escumalha do Congresso, faria uma nova Constituição, e passaria a eleger gente mais decente.
Além de terminar com as igrejas evangélicas,ou pelo menos passar a cobrar esmagadores tributos, como de resto com outras religiões, pois a meu sentir nada tem a ver a liberdade de culto com o pagamento de impostos (!!!) ora.
Deveriam, também, terminar com aquele lema fascistóide grafado em nossa Bandeira.
E lá estão eles chiando e gemendo nos noticiários, em face de supostos abusos atribuídos à atuação da Polícia Federal. Coitadinhos.
Ora, mas como diz o Bezerra, "malandro que é malandro chia mas num geme pô..."
Nem malandros sabem ser. São simplesmente ordinários como ordinários somos nós que os elegemos e adoramos viver nos currais sob a égide dessa gente pequena, ruim, fraca, despreparada, desonesta e mal caráter que zomba diariamente da nossa cara em todos os meios de comunicação chapa branca que nos rodeiam e poluem, quando queremos ser poluídos.
Enfim, decifrem-los, ou devorarão vocês. São os postes mijando nos cachorros.




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