"Deve-se temer a velhice, porque ela nunca vem só. Bengalas são provas de idade e não de prudência."
Platão
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A Fraqueza Fundamental do Homem
A fraqueza fundamental do homem não é nada que ele não possa vencer, desde que não possa aproveitar com a vitória.
A juventude vence tudo, a impostura, a astúcia mais dissimulada, mas não há ninguém que possa deter no voo a vitória, torná-la viva, porque então a juventude deixou de existir.
A velhice não ousa tocar na vitória e a nova juventude atormentada pelo novo ataque que se desencadeia imediatamente, deseja a sua própria vitória. É assim que o Diabo sem cessar vencido, nunca é aniquilado.
Kafka, in "Meditações."
Para a "cavalinha"......ou "little horsegirl"...... 2015+...
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Como tivesse finalmente alcançado êxito na escrita sem qualquer outra iluminação além de uma vela e eventuais manifestações ectoplasmáticas, por ora abusa e regozija-se (não esqueço de uma ocasião em que teclava com um ser e recebi a resposta ..."POR HORA COM H!!!"...desliguei a conversa.....como quando recebi a resposta "HISTÓRIA É COM H NÃO E!!!"...FILTROS).
Escritos a estas horas, pois, passaram a ter interessantes nuances de sombras, e curiosidades como o fato de que meus rabiscos e rascunhos, mal grafados em folhas de caderno, são lidos como o são as radiografias, com rápidas passadas pela luz no verso.
No caso, a luz do monitor do lap.
No caso, a luz do monitor do lap.
Os rascunhos, rabiscos e esboços são aqueles documentos que, na eventualidade de ficarmos conhecidos, também acabam sendo vendidos em leilões idiotas para boçais mais idiotas ainda.
Certas obras deveriam autodestruir-se quando não estivessem em um lugar cujo acesso fosse franqueado a todos.
Fico com um olho no padre e outro na missa.
Aliás, não confio em padres, tendo em vista a opção pelo celibato. Não adiantaria terminar com o celibato, pois o estranho mesmo sempre será o fato de que alguns homens passarão a vida sem nunca terem comido um cú.
E outros abusarão de crianças e jovens. Ou acoitarão com freiras e afins.
Ora, lá de onde venho o cidadão que nasce cabra "homi", tem que ter sempre em mente a inviabilidade da própria existência sem a possibilidade de cair na armadilha perfumada das fêmeas, viúvas (vulvas) negras.
Amargas pela própria natureza, belas ao avesso para os olhos que as enxergam, programadas geneticamente para arrebatar idiotas (homens).
Acho que prefiro a sabedoria da amargura do que a idiotia alegre da ignorância.
Pena que estas bichas ao invés de admitirem a própria derrota, em várias oportunidades não o fazem, lançando mão de seu mais estúpido argumento...a violência.
Daí a brincadeira perde a graça. Alguém descumpriu as regras e roubou.
A arte deixa de prevalecer e as hordas de bárbaros cumprem o seu papel.
Ainda bem que na maioria esmagadora das vezes ainda não é assim.
Pelo menos no mundo não muçulmano, ainda que cristãos digam não gostar de sexo, o que é pior, pois praticam às escondidas, e ás avessas. Provocam traumas. Extensão macabra dos seus. E ainda piores.
Pelo menos no mundo não muçulmano, ainda que cristãos digam não gostar de sexo, o que é pior, pois praticam às escondidas, e ás avessas. Provocam traumas. Extensão macabra dos seus. E ainda piores.
Pelo menos o atual Papa (papa...) tomou alguma providência.
Esse será o melhor Papa em papados.
A única merda que ele disse foi no primeiro dia (fumacinha branca... que viadagem...devem consumir cânhamo os cardeais após a escolha...aquilo deve ser uma chatice convenhamos...o cara não pode nem sair para fumar um crivo), quando referiu que tinha vindo do fim do mundo.
Quem veio do fim do mundo foi o Papa anterior a esse. Insosso. Chato. Encarquilhado. Mau. Uma espécie de Cardeal Richelieu que virou Papa. Um bosta com ideias da mesma natureza. Vade retro.
Mas, finalmente adentrando o tema deste escrito...
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Já faz parte da nossa histeria coletiva mentir para nós mesmos, entre outras manifestações de nossa natureza suína, tais como fazer leis para dizer que existem, e a inédita modalidade do crime sem autoria.
O crime existe, produz resultados externos, mas ninguém é o responsável pelo ato ou omissão que conduziu à configuração do crime.
Pois outro exemplo de exteriorização de nossa histeria coletiva politicamente correta tem a ver com o título deste escrito, ou seja, provectum. Latim, pra variar:
"Significado de Provecto
adj. Adiantado; que tem progredido.Avançado em anos./ Fig. Experimentado, muito sabedor.
Sinônimo de provecto: abalizado, antigo, competente, sabedor e velho.
Provectum, do latim avanço."
Como se observa, o tema já é introduzido...
Fiquemos, pois, até mesmo a fim de manter a simetria das ideias, e defecar no politicamente correto, simplesmente com a palavra "VELHO".
Importante salientar, desde logo, que, embora este que vos escreve costume analisar os fatores dos seres vivos à luz das regras da natureza, a meu sentir o respeito pela velhice tem mais a ver com cultura do que tendências inatas.
Isso porque em culturas mais avançadas em termos observância dos valores que costumo chamar de universais, as pessoas com idades mais avançadas, ao contrário de culturas com essência medíocre (não tem a ver com potência financeira), costumam ser muito valorizadas, como tesouros vivos.
Aqui o fato de uma pessoa ter chegado à velhice soa como uma punição aos imbecis, algo externo a eles, como se não fizesse parte do que eles serão, de modo que, portanto, já são.
A velhice é comumente tratada no Brasil de maneira debochada, como perda, como fim, etc, por isso mesmo adoram colocar rótulos patéticos politicamente corretos (escrotos) como terceira idade, melhor idade.
Melhor idade é a expressão mais odiosa e cretina que se pode ouvir, considerando as suas variações.
Na verdade, ao invés de proteger e respeitar, nada mais é do que uma cretinice hipócrita que vem a demonstrar justamente o contrário, ou seja, o nosso desapego com a questão da velhice como se fosse um fato da vida exterior a nós humanos, tão jovens que somos.
Cretinos patéticos. Tratem velhos como velhos merecem ser tratados, não precisam inventar palavrinhas bonitas para inglês ver e depois açoitá-los diariamente como fazem com os negros e índios. Induzem a produção de um estado de ego infantil, por isso mesmo velhos e crianças é que acabam sendo alvo de sádicos que se dizem acompanhantes.
As gravações, longe de estarem desvelando um caso em específico, estão, em verdade, filmando a nós mesmos, pois afirmar que a velhice é a melhor idade está dentro do catálogo de sandices hipócritas que optamos por cultivar.
Pois rodando por baixo disso tudo sabemos que está o nosso cinismo, a nossa dissimulação silenciosa, pois como diz o Gabriel Pensador sobre o racismo em alguma música dele, "o racismo é disseminado sob a forma de piadas que teriam bem mais graça se não fossem o retrato de nossa ignorância transmitindo o preconceito desde a infância."
Pois o mesmo ocorre, sob a forma de piadas diretas e de maneira subliminar com o tema velhice, como é o caso, por exemplo, de uma música que conhecemos bastante, e que, inegavelmente, assim como outras nos dias modernos, trouxeram mensagens nefastas, vestidas de algodão doce, mas que ficaram bem gravadas em nossos inconscientes. Vejamos:
A velhice é comumente tratada no Brasil de maneira debochada, como perda, como fim, etc, por isso mesmo adoram colocar rótulos patéticos politicamente corretos (escrotos) como terceira idade, melhor idade.
Melhor idade é a expressão mais odiosa e cretina que se pode ouvir, considerando as suas variações.
Na verdade, ao invés de proteger e respeitar, nada mais é do que uma cretinice hipócrita que vem a demonstrar justamente o contrário, ou seja, o nosso desapego com a questão da velhice como se fosse um fato da vida exterior a nós humanos, tão jovens que somos.
Cretinos patéticos. Tratem velhos como velhos merecem ser tratados, não precisam inventar palavrinhas bonitas para inglês ver e depois açoitá-los diariamente como fazem com os negros e índios. Induzem a produção de um estado de ego infantil, por isso mesmo velhos e crianças é que acabam sendo alvo de sádicos que se dizem acompanhantes.
As gravações, longe de estarem desvelando um caso em específico, estão, em verdade, filmando a nós mesmos, pois afirmar que a velhice é a melhor idade está dentro do catálogo de sandices hipócritas que optamos por cultivar.
Pois rodando por baixo disso tudo sabemos que está o nosso cinismo, a nossa dissimulação silenciosa, pois como diz o Gabriel Pensador sobre o racismo em alguma música dele, "o racismo é disseminado sob a forma de piadas que teriam bem mais graça se não fossem o retrato de nossa ignorância transmitindo o preconceito desde a infância."
Pois o mesmo ocorre, sob a forma de piadas diretas e de maneira subliminar com o tema velhice, como é o caso, por exemplo, de uma música que conhecemos bastante, e que, inegavelmente, assim como outras nos dias modernos, trouxeram mensagens nefastas, vestidas de algodão doce, mas que ficaram bem gravadas em nossos inconscientes. Vejamos:
Tantas crianças já sabemQue todas elas cabemNo nosso balãoAté quem tem mais idadeMas tem felicidadeNo seu coração
Ora, veja-se, no caso, a famosa música infantil do balãao mágico.
Os termos "até" e "mas", mesmo que aparentemente empregados com relação às crianças mais velhas (será), e ainda que pareçam inocentes, tratam-se de evidentes mensagens subliminares, intencionais, pois retiradas de nosso inconsciente coletivo.
Os termo "até", nesse caso, abre a ressalva aos não aceitos, e a expressão "mas", relaciona-se a ser permitido "mesmo assim", ou seja, mesmo possuindo a mácula da idade.
E assim por diante.
Só não estava escrito que com o passar dos anos poderíamos virar escrotos como a Simony, ou ficar com vontade de comer a Xuxa ou a Mara Maravilha. Algo que, por sinal, não teríamos muito sucesso se estivéssemos percorrendo a melhor idade. Melhor...ok
Os termo "até", nesse caso, abre a ressalva aos não aceitos, e a expressão "mas", relaciona-se a ser permitido "mesmo assim", ou seja, mesmo possuindo a mácula da idade.
E assim por diante.
Só não estava escrito que com o passar dos anos poderíamos virar escrotos como a Simony, ou ficar com vontade de comer a Xuxa ou a Mara Maravilha. Algo que, por sinal, não teríamos muito sucesso se estivéssemos percorrendo a melhor idade. Melhor...ok
Devemos fazer como Humberto Eco aconselha em um dos ensaios do excelente Segundo Diário Mínimo, onde tenta nos ensinar como devemos ensinar às crianças sobre os animais, para que depois não acabem estraçalhadas por ursos em um zoológico (caso real, usado como alicerce para o ensaio) por pensarem que simplesmente eram simpáticos ursinhos de pelúcia.
Os animais são apenas os animais. A mesma lógica de fatores, tirando piadas previsíveis, deve ser empregada nesse caso.
Evidentemente não comparo velhos a animais, socorro-me apenas da lógica a ser empregada, não se trata de escala de valores entre seres vivos. Não sejam tolos, uma vez mais.
Ou seja, a velhice é apenas a velhice, e está dentro de todos nós, alcance-mo-la ou não. Assim como na fase adulta a criança está dentro de nós, por mais que nossa parte consciente se debata querendo negar.
Prestigiar a velhice não é dar um nome agradável, só porque queremos criar um estado melhor para nossos pobres espíritos. É sabe-la em cada um de nós, e prestigiá-la enquanto elemento componente de nosso ser, e não um estado do qual queiramos ou possamos fugir e olhar de longe.
Evidentemente ninguém se torna bom porque está velho. Não se trata disso o escrito. Isso seria incorrer no lugar mais comum possível.
Quando falo em cuidar dos velhos, o faço em face de sua evidente hipossuficiência, a mesma que passamos a ter ao lidar com expressões ridículas como terceira idade, idade provecta ou melhor idade.
Melhor nada.................falemos sério.......não é por aí que devemos seguir se quisermos tratar os idosos, e a nós mesmos, idosos que seremos, com mais respeito.
Não é assim que chegaremos ao auto-conhecimento, pois somos um todo, e isso engloba o que foi e o que está por vir, já que preparados estamos pelo condicionamento genético a partir de gerações.
Assim, os tolos riem é de si mesmos quando estão caçoando da velhice estão, bestas que são. Bebem no Oceano da Ignorância, como a maioria da humanidade que se contenta apenas em rastejar. Invertebrando as suas existências todos os dias. Riem de nervosos.
Nervosos não porque a velhice seja ruim, mas porque não estão preparados. E nunca estarão, viverão entre seus fantasmas e sombras. A estupidez tem uma paga, não passa despercebida.
Esta sim, brindará apenas aos medíocres, que gozarão de juventudes e velhices vazias, esta mais do que aquela.
Até mesmo porque nunca ter-se-ão dado conta de que deveriam se aproximar dos provectum para tentar aprender algo, pegar atalhos, sempre julgando se o velho realmente é sábio, ou só nos estamos deixando seduzir pela bengala.
Os animais são apenas os animais. A mesma lógica de fatores, tirando piadas previsíveis, deve ser empregada nesse caso.
Evidentemente não comparo velhos a animais, socorro-me apenas da lógica a ser empregada, não se trata de escala de valores entre seres vivos. Não sejam tolos, uma vez mais.
Ou seja, a velhice é apenas a velhice, e está dentro de todos nós, alcance-mo-la ou não. Assim como na fase adulta a criança está dentro de nós, por mais que nossa parte consciente se debata querendo negar.
Prestigiar a velhice não é dar um nome agradável, só porque queremos criar um estado melhor para nossos pobres espíritos. É sabe-la em cada um de nós, e prestigiá-la enquanto elemento componente de nosso ser, e não um estado do qual queiramos ou possamos fugir e olhar de longe.
Evidentemente ninguém se torna bom porque está velho. Não se trata disso o escrito. Isso seria incorrer no lugar mais comum possível.
Quando falo em cuidar dos velhos, o faço em face de sua evidente hipossuficiência, a mesma que passamos a ter ao lidar com expressões ridículas como terceira idade, idade provecta ou melhor idade.
Melhor nada.................falemos sério.......não é por aí que devemos seguir se quisermos tratar os idosos, e a nós mesmos, idosos que seremos, com mais respeito.
Não é assim que chegaremos ao auto-conhecimento, pois somos um todo, e isso engloba o que foi e o que está por vir, já que preparados estamos pelo condicionamento genético a partir de gerações.
Assim, os tolos riem é de si mesmos quando estão caçoando da velhice estão, bestas que são. Bebem no Oceano da Ignorância, como a maioria da humanidade que se contenta apenas em rastejar. Invertebrando as suas existências todos os dias. Riem de nervosos.
Nervosos não porque a velhice seja ruim, mas porque não estão preparados. E nunca estarão, viverão entre seus fantasmas e sombras. A estupidez tem uma paga, não passa despercebida.
Esta sim, brindará apenas aos medíocres, que gozarão de juventudes e velhices vazias, esta mais do que aquela.
Até mesmo porque nunca ter-se-ão dado conta de que deveriam se aproximar dos provectum para tentar aprender algo, pegar atalhos, sempre julgando se o velho realmente é sábio, ou só nos estamos deixando seduzir pela bengala.
A velhice também pode em vários casos envelhecer ignorante, como dito acima, de modo que cumpre desenvolver os sentidos e ter cautela, pois podemos nos enganar do mesmo modo que os homens se enganam e se deixam hipnotizar pelos mortais cantos das sereias.
Contudo, nas mais das vezes as coisas funcionam como dizia o Renato Russo, "são crianças como vocês, o que você vai ser quando você crescer".
Todos já somos um pouco velhos, ainda um pouco crianças, e atuais imbecis tentando aprender mais do que as lesmas que costumamos nos tornar, até que morramos.
Pois tenhamos uma vida melhor que a de uma lesma em todas as idades, e um dos meios para isso é não negar nem a idade em que se vive, nem a que virá, nem a que foi, pois todas já fazem parte do que somos, apenas estão se desenvolvendo em momentos, digamos, (crono) lógicos, mas a essência permanece intacta.
Acaso negue-mo-las, qualquer uma delas, teremos que acabar pagando por isso, não por uma punição divina ou porque eu queira, é que não teremos aprendido o suficiente para concluir que estávamos certos ao proteger e aprender com as gerações provectas, pois eles são a gente.
Aprendam a envelhecer, pois. Não passem a vida caçoando da velhice como se ela pertencesse a seres de outro planeta. Não, ela pertence a nós, e já pertence, os tolos é que não perceberam.
Não inventem mais expressões de linguagem ridículas para mascarar as suas angústias e culpas e medos e empáfias e soberbas sobre o que não controlam.
Lambam os beiços se ficarem velhos. Sim, velhos. Pior idade. Mas parte do ciclo que não inventamos, então não inventemos cretinices, senão depois é pior. Carregam a velhice e as perplexidades suicidas.
Contudo, nas mais das vezes as coisas funcionam como dizia o Renato Russo, "são crianças como vocês, o que você vai ser quando você crescer".
Todos já somos um pouco velhos, ainda um pouco crianças, e atuais imbecis tentando aprender mais do que as lesmas que costumamos nos tornar, até que morramos.
Pois tenhamos uma vida melhor que a de uma lesma em todas as idades, e um dos meios para isso é não negar nem a idade em que se vive, nem a que virá, nem a que foi, pois todas já fazem parte do que somos, apenas estão se desenvolvendo em momentos, digamos, (crono) lógicos, mas a essência permanece intacta.
Acaso negue-mo-las, qualquer uma delas, teremos que acabar pagando por isso, não por uma punição divina ou porque eu queira, é que não teremos aprendido o suficiente para concluir que estávamos certos ao proteger e aprender com as gerações provectas, pois eles são a gente.
Aprendam a envelhecer, pois. Não passem a vida caçoando da velhice como se ela pertencesse a seres de outro planeta. Não, ela pertence a nós, e já pertence, os tolos é que não perceberam.
Não inventem mais expressões de linguagem ridículas para mascarar as suas angústias e culpas e medos e empáfias e soberbas sobre o que não controlam.
Lambam os beiços se ficarem velhos. Sim, velhos. Pior idade. Mas parte do ciclo que não inventamos, então não inventemos cretinices, senão depois é pior. Carregam a velhice e as perplexidades suicidas.





















