sábado, 16 de abril de 2016

DUELOS GENIAIS E O BRASIL...IRONIAS E HOMENAGENS PÓSTUMAS...E IGNORÂNCIA











"Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994)

Honey Bunny: [about to rob a diner] I love you, Pumpkin. Pumpkin: I love you, Honey Bunny. Pumpkin: [Standing up with a gun] All right, everybody be cool, this is a robbery! Honey Bunny: Any of you fucking pricks move, and I'll execute every motherfucking last one of ya!"


Genialidades e ignorâncias sempre conviveram, assim como o mal e o bem, ainda que não na mesma proporção, pois a maldade requer apenas a tendência negativa.

E o bem normalmente não prescinde de algum aspecto genial, sendo este último bem menos recorrente que o seu oposto.

A frase inicial, ou mesmo a foto inaugural, pinçadas que foram, graciosamente, dos geniais "Pulp Fiction" e "Era Uma Vez no Oeste, não têm a ver com o dia que está por vir, se brasileiros formos, e o analisarmos pelo aspecto da política vigente, e seus momentos marcantes, os quais, normalmente, no Brasil, não têm uma essência nobre, são apenas...marcantes...

Gado também é marcado. Isso é ruim e bom, mas sempre dói. Não em quem marca, normalmente.

Os dois filmes acima citados, aliás, sempre constam nas listas mundiais de melhores filmes de todos os tempos, segundo críticos de todo o planeta. E, normalmente, entre os cinco primeiros elencados. 

A essência sempre será dirigida por interesses, bem sei, mas tais interesses não teriam vida se nascidos ao acaso, ou seja, são impulsionados e regados pela bobagem alheia, e o partido político detentor do Poder federal, atualmente, fez merda, seja ela pequena ou grande.

Merda é merda. Roubo é roubo, independentemente do seu tamanho. 

Ou seja, se os ratos estão se aproveitando ou não desta oportunidade, isso se deve não só ao fato de que são ratos, mas, principalmente, ao fato de que alguém vacilou, e agora está pagando.

O jogo funciona assim. Ainda. E se alguém não gosta de calor, não deve entrar na cozinha.

Na época do maldito Collor, ninguém falou em golpe, pelo menos. Já é um mérito.

Por isso mesmo, não acho apropriado que se use a palavra "golpe", sendo meramente, uma desculpa leviana e impensada, de quem também faz parte do "joguinho", olvidando os erros que cometeu, e lançando mão de jargões cretinos, radicais, ignorantes e impensados, como costumam ser os clichês.

São posturas radicais, próprias de  estultos...

Sim, de um lado existe uma intenção de "aproveitamento" da situação vigente, por parte de agremiações que não aquela que detém o Poder. Mas, por outro lado, quem detém o Poder, fez merda, abrindo o flanco para que o impedimento fosse proposto.

Surpreendo-me, mesmo, é com aqueles que negam o fato de que o PT fez merda.

"Significado de Estulto
adj. Característica de quem não possui discernimento; falta de bom senso; tolo, néscio, inepto. (Etm. do latim: stultus.a.um)Sinônimos de Estulto
Estulto é sinônimo de: burro, néscio, lerdaço, imbecil, idiota, ignorante, inepto, pateta, palerma,parvo, estúpido, tolo."


Por isso mesmo, é preferível que se pratique o bom senso, do que a filiação ou preferência dirigida a qualquer agremiação partidária, sob pena de bancarmos os bobos. 

E rastejarmos, em termos argumentativos. 

Não é golpe, é abertura de flanco. Os que vêm após não ão melhores, são piores, mas isso não seria um argumento válido. 

Ou seja, não sou a favor de impedimento ou não. Não se trata disso. Tem que mudar tudo, desde a legislação tributária, até os débeis que habitam o Planalto Central.

Nem os que vêm antes nem os que viriam depois seriam melhores. A única melhora reside na mudança.

Equívoco gigante concentrar o foco apenas em questões relativas ao impedimento, pois tudo está estourando ao mesmo tempo, se formos pensar bem. 

A questão do impedimento não serve nem àqueles que são a favor nem àqueles que são contra. 

Para ambos os segmentos é apenas um subterfúgio, desviando o núcleo para órbitas bem menos importantes do que o bem do país. 

Órbitas meramente tendenciosas e corporativas, onde gravitam apenas seres estranhos, dissimulados e de gravata. 

E idiotas, ou seja, nós. Em um círculo que vai se distanciando do núcleo, assim como os sete círculos do Inferno.

Filiação a partidos significa apenas que a lógica passa a poder ser deturpada, pois queremos ter razão também naqueles casos em que não temos. Passamos a usar viseiras.

Certo é certo, errado errado. Apenas isso. certo e errado não depende da opção política do indivíduo, mas sim de leis universais, sendo estas as que deveriam reger nossas existências espirituais e materiais, e não as religiões.

Deveria haver apenas uma verdade, simplesmente porque esta deriva de aspectos lógicos. É quase um conceito matemático. Ou é.

De nada adianta tirar a Dilma. De nada adianta manter. De nada adianta continuar elegendo o Tiririca, o Romário, o Maluf, o Feliciano, os Barbalho, os Sarneys, e todas as sarnas que se instalaram no Poder.

Esta seria uma visão obtusa.

Tentemos apenas nos livrar de nossa vocação à estupidez, egoísmo e dogma, e aquela gente também mudará. Uma coisa vem antes da outra. Não esperemos que eles mudem, pois são apenas o nosso reflexo.

Mudemos nós, e nosso reflexo será mais nobre, ou será como desejado em termos meramente retóricos e teóricos.

Não é um jogo de futebol, ainda que ambos os lados assim estejam agindo. Trata-se é de mudar a coisa toda, começando pela nossa insanidade ilógica.

Óbvio que não se trata de golpe. Esse tempo já passou. Trata-se de circunstância, oportunidade e meio. A Mulher fez merda, assim como o seu Partido. Mas todo mundo fez merda.

O impedimento dela é relacionado à tal de oportunidade, à tendência, mas ela e seu partido deixaram na reta.

O impedimento daqueles que fazem parte da "oportunidade", contudo, tem a ver apenas com as nossas opções na próxima eleição.

Ou votamos direito, ou continuaremos sendo governados por ineptos imbecis, em todos os níveis de Poder.

Desvinculem-se de agremiações. Vinculem-se à lógica, aos certos e errados universais.

Segregações sem qualquer supedâneo lógico, apenas dogmático e monetarista, é que continuam sendo responsáveis pela eterna existência de guerras mundo afora, ainda que nossa vã ignorância não nos permita acessar uma tal informação.


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Boas mães não gostam de boas "coisas" por gostarem. Razões há, sempre, para o sim e o não. Para as boas mães.

Esta frase, evidentemente, não será compreendida por aqueles que não tiveram boas mães.

A minha era boa, sabia me mandar à merda com carinho, e entre outras coisas, gostava de filmes do gênero "faroeste". 

Curiosamente, os intelectuais desprovidos, costumam menosprezar este gênero cinematográfico, o que acaba por diminuir a si mesmos, vaidosos que são, pois intelectuais. Desprovidos, em geral.

Por sorte existem os providos, sendo estes, a minoria.


Mas, ainda falando sobre as mães, assunto também menosprezado pelos intelectuais desprovidos, a minha não era como as mães que são boas apenas com seus filhos, olvidando o senso de cooperação entre humanos.

Não se enquadrava no grupo daquelas que são mães apenas de seus rebentos, ótica marcante entre os liberais, por mais esquerdistas que sejam. São apenas humanos. 

Ao contrário. Era boa com todos os que mereciam, ainda que não estivesse distante do conceito mais palpável e teórico do que significa ser mãe.

São conceitos muito diferentes, e naturezas opostas, ainda que os incautos não consigam ou não queiram assimilar essências que tais.

A minha mãe, por sorte, não era má, e gostava de "faroeste". E sempre dos melhores, como estes da lista citada acima.

Isso me leva a crer que a inteligência é instinto natural, não uma tendência forjada em noites vagas, ou por meio da filiação a correntes políticas dogmáticas e insanas, ou mesmo religiões, que conduzem a uma postura radical em relação às opiniões que não sejam as suas.

Filiações partidárias, normalmente, quebram a lógica, assim como a filiação religiosa, pois são orientadas por dogmas, e o dogma é a lei daquele que não perquire, daqueles que preferem não pensar muito. 

Daqueles que preferem a fantasia à lógica.






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