domingo, 6 de setembro de 2015

JESUS NÃO TRABALHAVA...








"Quando ainda estávamos com vocês, nós ordenamos isto: Se alguém não quiser trabalhar, também não coma. Pois ouvimos que alguns de vocês estão ociosos; não trabalham, mas andam se intrometendo na vida alheia. A tais pessoas ordenamos e exortamos no Senhor Jesus Cristo que trabalhem tranquilamente e comam o seu próprio pão." 
Tessalonicenses 3:10-12



Jesus não trabalhava. 

Era misantropo, misógino, vaidoso e auto-centrado demais para tanto. 

E era proxeneta.

E, ao que tudo indica, seu Pai também não oferecia o seu sagrado suor às intempéries do labor. 

Esteve bastante ocupado durante seis dias...

Porque haveria justo eu que trabalhar? Sigo, pois, os ensinamentos cristãos - à risca. Ao menos não açoito pessoas.

Caso contrário, o Pai seria milionário, e Jesus um playboy hippie, como o Steve Jobs, com a diferença de que este último era inteligente, e aquele sofreu terrível agressão física e moral diante dos olhos do Pai.

O "Crioulo Fugido", anunciado no cartaz acima, de certo cansou de trabalhar demais, e, além disso, não receber a paga proporcional, pois paga alguma recebia.

Cristo não trabalhava, como referido, e sequer precisou fugir. 

Ao contrário, entregou-se ao calvário que, para si, havia escolhido como destino, pois sofria do mesmo distúrbio mental que fazia com que várias outras pessoas iguais a Ele, acometidas de patologias psiquiátricas e fanatismo religioso, perambulassem pelas periferias do Império Romano anunciando serem o Messias.

As vezes o calvário é simplesmente uma opção, não o sádico desejo de um Pai também acometido por distúrbios mentais, e que apenas assiste a tudo, e põe a culpa em suas criaturas pelos erros da criação.

Poucas coisas podem ser mais loucas e despojadas de lógica do que eu ser culpado e me fuder pelas bobagens que o meu Pai fez ao me criar, considerando que ele tinha o poder de escolher e optar por qualquer elemento de sua criação, tanto físico como psicológico.

É como eu fazer um boneco de argila, e, em um segundo momento achar ele feio e botar a culpa no boneco. Internem-me!

Cacete, como serei eu culpado pela minha própria criação, quando isso estava nas mãos de outro???????? Não fode a minha inteligência. 

Inventa uma estorinha melhor.

Se existisse internet na época em que a Bíblia, o Alcorão ou o Torá foram escritos, não teriam sido escritos.

E mesmo optar por nada criar. 

Porra, mas se optou por criar, e podia me transformar no que desejasse, não vem me fuder a paciência agora com bobagens de pecado original, impondo culpas e maldades que nunca pertenceram a mim, nem nunca pertencerão.

Que joguinho insano!!

O mesmo Pai que permitiu, a partir das falhas de seu processo de criação, que homens escravizassem homens, para que estes trabalhassem por aqueles, e aqueles não precisassem trabalhar, apenas colonizar e escravizar mais.

"Certo dia, sendo Moisés já adulto, foi ao lugar onde estavam os seus irmãos hebreus e descobriu como era pesado o trabalho que realizavam. Viu também um egípcio espancar um dos hebreus." Êxodo 2:11

E não me venham com o papo furado e ilógico do pecado original, pois jamais se poderia conceber uma criatura, que, derivada de um criador, pudesse algum dia ter autonomia suficiente para fazer escolhas.

Assim como são as máquinas, são os homens em relação ao seu Criador - obedecem a padrões pré-programados por aquele que os criou, não possuindo qualquer tipo de arbítrio, que dirá "livre".

Obedecem aos mesmos padrões subjetivos de quem os criou. 

Talvez, e justamente, porque imagem e semelhança.

E não consta que fosse inteligente. 

Pelo contrário, era esquizofrênico paranoide, masoquista (por isso mesmo entrou na cidade montado na mula, mesmo sabendo que os romanos e judeus o perseguiriam.

Se gostava se auto-sacrifícios...deveria Jesus ter sido muçulmano...ou o próprio Alá....(afinal o Pai pode tudo em quem nele crê) e tinha delírios de grandeza, acompanhados ou não de violência física contra seus irmãos.

"Eu os farei meu povo e serei o Deus de vocês. Então vocês saberão que eu sou o Senhor, o seu Deus, que os livra do trabalho imposto pelos egípcios."Êxodo 6:7

E, não era um bom estrategista, o que, imagino, pode vir a ser reflexo justamente de sua característica masoquista. 

Pra que criar essa charada idiota de paraísos, maças e serpentes. Isso é alguma espécie de jogo sádico?

...PORRA parece até o João Cléber, aquele verme, e seus "testes de fidelidade". Isso é alguma espécie de sadismo? 

Deus criou o homem para brincar de abusar dele a partir de Leis que o próprio criador não cumpre? E a Maria Madalena? E a Maria da Penha?

(Deus criou Hitler?) - SAMPLER

Além disso, como Rei dos Judeus (vê se pode, Rei de quem o assassinou, em lugar de um ladrão sujo, o Barrabás) possuía delírios de grandeza, devemos ponderar o fato de que a vaidade acaba preponderando em relação à inteligência estratégica. 

A estratégia...isso me lembra o Capitão "Morrimento", assassino oficial, e cortejado pelo público do cinema nacional. Assassino oficial que representa um povo tirano.

De modo que, mesmo que Jesus a possuísse, isso seria estéril, pois habitaria em espaço destinado à sombra de sua vaidade.

O mesmo que orienta que se mostre a outra face. 

Gandhi só o Gandhi. O resto habita as trevas da hipocrisia.

A não ser o Tony Stark, gênio, milionário, playboy e misantropo.

Ao refletir sobre o que Ele (Jesus) faria para sobreviver, descobri era financiado por mulheres, entre elas, Maria Madalena, segundo consta. Está na Bíblia - Livro de Lucas.

Fácil pregar o desapego quando se é sustentado por um mecenato feminino.

Um mecenato feminino. Nada mais digno para um homem. "Just a Gigolo", como diz o David Lee Roth, genial David.

Aliás, a Bíblia também é pródiga em passagens (Ezequiel) que demonstram que Deus seria um ser altamente rancoroso, vingativo e mau. 

Mas isso nunca costuma ser lido nos cultos, como aquelas cenas da televisão que censuramos para as crianças, só que neste último caso há boa intenção, e se mostra aconselhável para que não venhamos a nos tornar pervertidos.

Pelo menos para aqueles que acham isso ruim (...)

Se, ao fim e ao cabo eu pudesse escolher, preferiria o Inferno, e ser pervertido, sob pena de virar padre, e abusar de menores que atuam ao seu lado.

Mas, retornando ao fato de que Jesus não desempenhava qualquer atividade laboral, lá na terra onde nasci, o Pai costuma dar o bom exemplo aos seus filhos.

É por isso que, em geral, pensamos nos necessitados acompanhando Jesus, e não o Gerdau, que estava fazendo a coisa certa, ou seja, impulsionar o crescimento o qual, por mais que eu não quisesse, deriva é desse tipo de iniciativa e não de hippies delirantes que perambulam entre delirantes seguidores.

Estaríamos na Idade da Pedra, entre velas, cavalos e pequenos cultivos. Morrendo de lepra e tuberculose. E sífilis.

Façam o que Eu digo, não o que Eu faço (ou o que não faço kkk) - devia ser um dos Seus lemas prediletos.

E tinha o hábito de açoitar pessoas, gritando lições que entendia adequadas. Sim, açoitava os pecadores, proferindo impropérios aos gritos.

E sequer era Messias algum, apenas passou a ocupar esta posição após o assassinato de seu "Guru", de quem era apenas o braço direito. João se não me engano, aquele que arrancaram a cabeça. 

O Evangelho Gnóstico refere que Jesus se tratava de uma pessoa que comia e bebia bastante, e vivia rodeado de mulheres.

Não que eu acredite, é apenas um documento válido para citar, pois aceito pelos estudiosos, ou pelo menos grande parte deles, assim como os pergaminhos do mar morto.

Ou o evangelho segundo Maria Madalena, cuja linhagem, por conter o sangue de Cristo já que Este a teria "coberto", seria o Santo Graal, segundo defende o livro "O Código da Vinci", do Dan B (professor Langdom), e tantos outros nomes de peso.

Jesus, pois, ao não trabalhar, era uma espécie de Lula em relação ao PT. 

Durante anos não desempenhou qualquer atividade laboral, era apenas sustentado pelo partido que ajudou a criar, e que, algum dia, defendeu ideias nobres. 

E as pessoas pareciam nobres. 

Pelo menos quando eu tinha 14 ou dezesseis anos, e me acotovelava com os seguranças para conseguir o seu autógrafo em minha bandeira do PT, em seus comícios com multidões reais.

Antes da praga dos marqueteiros, se só se propagou porque somos imbecis, e dos roubos milionários, que fizeram com que Vans tivessem que ser contratadas para conduzir "militantes" pagos, arrecadados em vilas, para fazer número nos discursos, e aparecer nas imagens dos eméticos e aberrantes programas políticos.

O Luis Inácio foi para a atividade sindical para não precisar trabalhar muito, e gozar de benesses. 

Ajudou a fundar um partido para não precisar trabalhar, gozar das benesses, e viajar pelo mundo bebendo "Romané Conti", junto a seus perniciosos e psicopatas marqueteiros.

Não passa de um alcoólatra oportunista, um "alpinista social" sem escrúpulos e debochado. Ele e aquela farândola do Mensalão, que, como bons mafiosos, não entregaram o líder maior.

Incrível, essas pessoas só podem se criar em um meio onde os indivíduos sejam tão imbecis ao ponto de que possam ser manipulados por marqueteiros nocivos, frios e selvagens, que são pagos para defender a qualquer custo uma causa, seja ela nobre ou não.

Em algum lugar razoável, decente e ideal, marqueteiros jamais existiriam. 

E se existissem, seriam desterrados. Pela mesma razão que não existiriam políticos como os canalhas sugadores hipócritas e inúteis que nos rodeiam.

E pior - nos comandam, do alto do pedestal de sua maldade fria, aquela que deriva da tendência mais primitiva e vil, sendo ela praticamente inconsciente, transformando seus atores em selvagens.  

Também nasce da falta de alcance para as coisas do mundo. Verdadeiros ignorantes. E eternos. Como a nossa estupidez.

A mesma estupidez que fez com que o desconexo e burro Sartori chegasse ao cargo de Governador, para promover esta verdadeira sucessão de imbecilidades que assistimos todos os dias.

Ele que volte para Caxias, talvez lá ele tenha alguma utilidade, com seu copo de vinho na mão, reunido com seus puxa-sacos fisiológicos, e soltando seus chistes e provérbios suínos e irresponsáveis. 

Para o Estado, não passa de uma figura desnecessária, prejudicial e patética. 

Pena que a Lei nos obrigue a perder tempo com um invertebrado como o Sartori, enquanto poderíamos estar tentando ser mais, bem mais úteis para nós mesmos.

Na próxima eleição ele some e cai no ostracismo de seu corporativista e avesso eleitor.

Tão avesso quanto é o italiano de colônia em relação aos juízes de futebol afro-brasileiros que apitam os jogos de Caxias e Juventude.

"De bom aqui só nós, o resto que pule pra fora", é algo bastante ouvido "em off" na Serra.

E acaso vocês, sovinas e segregadores cristãos não saibam, Jesus tinha irmãos, por mais virgem que fosse a sua prodigiosa genitora.



          **********************XXX**********************



MAS PROSSEGUINDO...

Jesus aconselhava a todos que doassem todos os seus bens a Deus, largassem os seus trabalhos e residências e o seguissem com suas famílias. 

Pelo menos o Forrest Gump não pediu aos inúteis que o seguissem. Seguiram porque inúteis e perdidos. Como quase todos somos. 

E por isso mesmo teve gente naquela época, na maioria perdedores desesperançados e fracos de espírito, que o seguiram.

Se o mundo dependesse de Jesus, seriamos uma grande comunidade de "hippies mágicos".

"" - José...onde estão os cogumelos...?
- Lamento muito informar meu Senhor, mas Judas novamente os roubou...o que devemos fazer?
- AÇOITEM-NO!!!"".

                               **************************XXX*********************************



Pensava sobre o que escrever. 

Não que eu devesse. Pensar, escrever, ou pensar sobre o que escrever.

Esta era a primeira frase do escrito. Agora ocupa os parágrafos finais. E aqui está.

Quando a escrevi nada sabia a respeito do que viria pela frente, isso se algo fosse vir. Apenas estava tentando agitar as idéias. 

Então surgiu algo que poderia vir antes da primeira frase, e, como as idéias LÓGICAS (na maldade, lógica não há, portanto falamos de verdade e vasos que se comunicam) vão se desenrolando sobre elas mesmas, acabou surgindo um pré-texto de maior porte. 

Enfim, isso era o que haveria de ser, a estrutura deve ser auto-compor. Ou ao menos PODE. Assim como o texto, penso.

Ideias sobre ideias, pois desde muito tempo sabemos que não precisamos ser didáticos ao ponto de que estorinhas, dramáticas ou não, precisem ser contadas com início, fim e meio.

Ideias e estórias precisam apenas ser. E são aleatórias, tanto quanto relacionadas. Relacionam-se naturalmente.

Deixemos, pois, que fluam. 

Não as interrompamos a partir de nossos freios morais e imorais cretinos, derivados do pouco que conseguimos usar de nossos cérebro no modo consciente - aproximadamente 10%.

Tentemos nos aproximar mais, modo consciente, dos demais 90%, e ao mesmo tempo preocupemo-nos em nutri-lo incessante e compulsivamente.

Isso porque os mecanismos cerebrais trabalham com as ideias que fornecemos, processando todos os dados e apresentando resultados como fossem boletins informativos e orientativos.

Pena que a maioria dos viventes seja capaz de apenas e tão somente nutrir os seus próprios egoísmos. 

A novelinha de suas vidas cheias de aflições e vulgaridades perniciosas, cheias de medos de seus pecados, que gravitam apenas no plano mundano, não das suas falsas, lenientes e sado-masoquistas divindades, verdadeiros reflexos de si mesmos.

Deus foi criado à nossa imagem e semelhança e não o contrário, como já disse em algum escrito anterior.

E o inferno é o outro. 

Que o digam as milhares de mulheres que morrem anualmente no Brasil e no mundo, vítimas de "violência doméstica", e as crianças que passam as vezes anos sendo abusadas sexualmente por seus pais, responsáveis ou pessoas aleatórias.

Ou os animais, sacrificados todos os dias de maneira indigna e brutal, simplesmente porque eles são apenas mais um grupo de seres dominados. 

E não são nós. E olhe lá, porque o ser humano não pára nos animais, senão que vive destruindo aqueles que são de sua espécie.

Animais também têm nervos, mas isso não vem ao caso.

Como se pode depreender, contudo, algo já escrevi, como se pode depreender a partir das palavras acima grafadas. Digitalmente grafadas. 

Sempre achei um pouco "careta" e desnecessário me debruçar, necessariamente, sobre uma coisa especifica porque tudo é um sistema de vasos comunicantes e vibrações, e todas as coisas convivem e vivem junto todo o tempo.

Cumpre a nós desenvolvermos os filtros adequados para captar as vibrações, e decifrar as próprias intuições e sinais de aprendizado, pois, como disse noutro escrito, "o mestre vem ao discípulo quando este estiver pronto".

Ou não. Podemos ouvir sertanejo universitário e funk ostentação. 

Por outro lado isso tolhe o que se possa vir a escrever. 

O texto deve ir para o caminho que tiver que ir, usar a palavra que tiver que usar, abordar o tema que tiver que abordar (metáfora dos vasos comunicantes)

Poder voar e visitar todos os paralelos que desejar a fim de agitar e germinar aquela que será a ideia principal, pois ela acaba se desvelando no decorrer do escrito, depois que os dedos se soltarem e fizerem a sua parte.

E os textos não podem pretender agradar a nenhum interesse que não aquele derivado da impressão imediata de que os escreve.

Textos não pretendem. Textos são. Inclusive, independentizam-se de seus autores após algum tempo. 

Autores passam a ocupar, oficialmente, a posição que sempre ocuparam: a de meros meios a partir dos quais certas ideias podem ser disseminadas. 

Falo de autores de verdade, não a bosta do Paulo Coelho, ou o medíocre do Irving Wallace, usinas de lixo.

Em terceiro lugar, odeio (e odeio usar a palavra "odeio") ficar citando outras criaturas como algo obrigatório e quase compulsivo, como fazem normalmente os indivíduos ditos eruditos.

Grandes gênios não ficam citando. Dissertam. Citam da maneira correta, e com parcimônia, o que não fazem propositalmente, pois isso seria apenas despeito.

Citações em demasia sempre me causaram a impressão de que a criatura nada sabe muito bem, e ainda por cima só quer encher linguiça falando demais por não ter nada a dizer.

Ou, ou falando pouco demais em seu nome (com o perdão da antítese sucessiva). 

Ou adotando teses demais para que não esteja se justificando ou que tenha alguma própria e que não seja algo de plástico - simplesmente mais um grito do enfadonho e irritante politicamente correto.

Quem tem cu tem medo e a boca fala e o cu é que paga a paga da praga.

E finalizo o escrito em meio a este certo frenesi que caracteriza os feriados não só na região do litoral como em muitas outras regiões marcantes do Estado nesta época do ano.

"Eles" vêm todos fazer as mesmas coisas, visitar as suas casas que ficam fechadas o ano inteiro, e fazer os seus churrascos na sexta e no sábado a noite, bebendo e querendo sempre mais simplesmente do mesmo, vivendo suas vidas enlatadas e inglórias recheadas de nadas angústias e bens materiais que alimentam suas histerias, suas escrevidões e suas escuridões.

E "eles" vão e voltam, como sói ocorrer com o couro curtido de uma boa e rija pica, ou como as ondas do mar, como cópias de si mesmos, sempre procurando o que não vão encontrar, e sempre se regozijando em suas vaidades para as quais a maioria esmagadora do mundo é simplesmente indiferente.

Todos falam sempre sobre os mesmos temas, e lançam sempre as mesmas piadinhas, ou piadinhas que parecem diferentes mas que simplesmente seguem a logica de tantas outras.

E fedem escondidos - em todos os sentidos - ou ostensivamente, o que ainda é menos comum.

O Collor, por exemplo, fede ostensivamente. Já os seus eleitores, infelizmente, fedem escondidos. Pena, não podem ser perseguidos e açoitados.

Aliás, não que alguém haja perguntado, mas em geral odeio piadas e odeio todos os contadores de piadas porque normalmente são todos previsíveis - piadas e contadores -  e piadas são longas, e, principalmente, somos esquizofrenicamente obrigados a rir ao final.

Se dependesse de mim, a Coca-Cola e o Mr. Catra não existiriam, por ausência de consumidores. 

Assim como Jesus, Alá e Maomé. E contadores de piadas. E o Collor. O Paulo Coelho. E Deus. Evangélicos. E estupradores.




Nenhum comentário:

Postar um comentário