"Pergunto-me por que o uivar de lobos, os trovões, os raios constituem o pano de fundo para as cenas de horror. Pois, quando o medo é muito, faz-se um silêncio na alma. E nada mais existe."
Mario Quintana
"Eu sou metal. Raio, relâmpago e trovão.
Renato Russo"
Foto captada esta noite, aqui na janela. Várias e elétricas foram as tempestades de quinta, mas esta foi a mais eletrizante e "trovoática". Formidável.
Olhava para a tela em branco, ouvindo, novamente, e para começar a noite, Stabat Mater, quando um mosquito iniciou sua patética e caótica dança na frente da tela desta máquina de escrever moderna que ora percorro o teclado (cada um tem o seu piano) com dedos que exalam algum odor daqueles que caracterizam as horas pós-cozinha.
Disse eu ao mosquito..."mas que porra mosquito...nem ta na tua época"...ele apenas me olhou e zumbiu: "quão patética e vã é tua humana existência, que não sois capaz de conceber a lógica singela traduzida na constatação de que não ser a minha época, não irá afastar o açoite de minha malfadada visita".
(O inseto lê Shakespeare, pensei...)
Confesso que, atônito e totalmente perplexo, usei a velha e boa técnica do tapa forte na nuca, e posterior remoção do minúsculo verdugo voador.
O que não evitou que ele ainda balbuciasse: "como dizia Nietzsche..."humano...demasiado humano", após o que pediu apenas que eu abrisse as cortinas pois ela estava chegando...
"Luzes...mais luzes...ela chegou"...suspirou...e se foi.
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Disse eu ao mosquito..."mas que porra mosquito...nem ta na tua época"...ele apenas me olhou e zumbiu: "quão patética e vã é tua humana existência, que não sois capaz de conceber a lógica singela traduzida na constatação de que não ser a minha época, não irá afastar o açoite de minha malfadada visita".
(O inseto lê Shakespeare, pensei...)
Confesso que, atônito e totalmente perplexo, usei a velha e boa técnica do tapa forte na nuca, e posterior remoção do minúsculo verdugo voador.
O que não evitou que ele ainda balbuciasse: "como dizia Nietzsche..."humano...demasiado humano", após o que pediu apenas que eu abrisse as cortinas pois ela estava chegando...
"Luzes...mais luzes...ela chegou"...suspirou...e se foi.
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Hoje teve pizza.
Não costumo preparar peixes e massas de pão e bolos, no máximo para a simpática iguaria italiana que preparei hoje. Cada macaco no seu galho, mas estas ficou muito bom.
Até que o destemido mosquito aparecesse, nada havia para escrever. Estas criaturas não são tão inúteis. Ao menos servem para inspirar, eventualmente.
Estúpido ser. Vã, frágil e curta existência.
Pesquisei sobre a pouco provável utilidade dos mosquitos nas cidades, e logo concluí que nestas eles são absolutamente desnecessários, servindo apenas como vetores de doenças.
Na natureza selvagem, são úteis por fazerem parte da lógica de uma cadeia alimentar que acabaria sofrendo reflexos negativos acaso estas merdinhas voadoras desaparecessem.
Às vezes reclamamos de nossas vidas sem nos darmos conta de que poderíamos ter nascido mosquitos.
Ou lagartos monitores, onde a nossa maior arma não seria mais uma pistola automática Eagle .50, e sim uma saliva tão contaminada por bactérias nocivas, que estes animais não precisam correr.
Basta que mordam e tenham um bom faro para achar a presa atirada em algum lugar agonizando em face das infecções provocadas pela imundície de suas bocas.
Isso me lembra um grande amigo que sempre dizia que a maior arma do capoeirista seria a unha encravada. Não posso dizer que ele esteja errado.
E não posso dizer que não tenha sido uma assertiva criativa (rimou).
Ou lagartos monitores, onde a nossa maior arma não seria mais uma pistola automática Eagle .50, e sim uma saliva tão contaminada por bactérias nocivas, que estes animais não precisam correr.
Basta que mordam e tenham um bom faro para achar a presa atirada em algum lugar agonizando em face das infecções provocadas pela imundície de suas bocas.
Isso me lembra um grande amigo que sempre dizia que a maior arma do capoeirista seria a unha encravada. Não posso dizer que ele esteja errado.
E não posso dizer que não tenha sido uma assertiva criativa (rimou).
Fico pensando se os cristãos acreditam que os mosquitos também possam ter o seu céu, ou isso é um luxo reservado apenas aos humanos, simplesmente por possuírem o tele-encéfalo altamente desenvolvido.
Ou seja, possuir cérebro é acreditar em Deus e poder transcender?
Não sendo os cristãos budistas, como ficam as outras espécies nessa estória toda, já que inegavelmente possuem o sopro de vida. Porque teriam sido menos favorecidas com o não dom da não transcendência?
Não sendo os cristãos budistas, como ficam as outras espécies nessa estória toda, já que inegavelmente possuem o sopro de vida. Porque teriam sido menos favorecidas com o não dom da não transcendência?
São e apenas são?
E nós, porque não seríamos e apenas seríamos? Porque ritualizar tanto as nossas próprias mortes. Deveríamos agir como os elefantes, olhar um tempo, cheirar o corpo, ficar um tempo parado e depois apenas seguir em frente.
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Ainda bem que não sou muçulmano. Sorte. por várias razões.
Uma delas é que não precisaria morrer pisoteado no hajj, para depois o pessoal barbudo (imagino que sejam barbudos...sempre são...estética odiosa e fedorenta...) apenas lançar uma declaração curta dizendo que as dezenas de seres mortos foram indisciplinados (!!!!)
PORRA, MAS esses MERDAS não deveriam organizar aquela merda???????? Tem TODOS os anos, e em algumas oportunidades MILHARES já morreram pisoteados.
Vão tomar no cú. Todos eles, tanto o "staff" quanto a "entourage"!!! Porra, loucura delirante tem limites argumentativos. Ultrapassados tais limites, me sinto no Direito e muito a vontade para simplesmente mandar tomar no cu.
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Gosto do Papa atual. Muito.
Mas Papas não servem para nada. Aliás, servem, para estorvar (palavra incorporada ao vernáculo a partir do universo dos pedreiros, nobres e operosos).
Aquilo tudo é ridículo demais. O ser humano é tão engraçado. Imagina se pudesse se ver de fora.
Crianças e seus brinquedos, sadismos e choradeiras. Dramas inexistentes para preencher vidas vazias.
Contudo, gosto muito da forma como se apresenta este Sumo. Se fosse para existir um Papa, que fosse ele, apesar de alguns deslizes.
Como aquela ideia cretina de entrar nos Estados Unidos pela fronteira do México, o que quase acabou se concretizando, só não ocorreu por questões de logística.
Papa, Papa, meu Papinha...
não faça besteirinha...
Ora meu caro Papa, essa estória de fronteiras abertas não é bem assim parceiro...
Mãe Joana??? Madre Teresa??? Congresso Nacional?? Casa de Tolerância?? Poupa-me (poupai-vos, se assim entendeis melhor).
Sou bem mais a favor de que cada povo faça o melhor que puder por seu desenvolvimento, até o fim, e não incentivar pessoas que simplesmente fogem de suas pátrias para procurar lugar onde está dando certo, ao invés de tentar fazer com que cresça.
Oportunistas mercenários.
Se não, vira putaria.
Uma coisa é um ato humanitário e organizado.
Outra coisa é ficar recebendo em seu solo pessoas movidas por simples conveniências egoístas e oportunísticas, para provavelmente engrossar as fileiras de subempregados, que procuram gangues e o crime como solução.
É por isso que Los Angeles vive aquele martírio relacionado às gangues porto-riquenhas, praga que nunca teve fim, pois, como disse o Ice-T..."gangs in LA will never die"...colors...colors...
Mas isso não seria privilégio do Sumo Pontífice (devem dar estes nomes pomposos para compensar a falta ou ausência de virilidade masculina, como os baixinhos que gostam de camionetes, ou olhar de cima, como o Maradona e o Romário - não sei como eles conseguem sendo baixos em estatura (todas) mas eles tem o curioso dom de olhar as pessoas de cima...e convencem mesmo...peixe...).
É como pegar uma sardinha e escrever: "tubarão". O nome não designa o ser, mas sim a sua essência, como diziam os canibais de cabeça de gente.
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O Padre Marcelo é um caso a parte.
Ele é bipolar e interrompido. Tem uma certa loucura a explodir, e já explodindo em silêncio. Ele tem o pênis minúsculo, é impotente, sofre de tremor crônico, é tenso, ansioso e tem cheiro de medo, as suas mãos suam gelado e sua acima do lábio superior.
Devia ser surrado e oprimido moralmente por um pai opressor. Ficou muito tempo perto demais da mãe. Aprendeu costura, cozinha e canto. Farinnelli, il castratti.
Procurou a batina como forma de compensar o que não conseguiu ter como homem, ainda mais com a sua estatura, o que o envergonhava ainda mais, pois sua voz era fina, seus olhos chorosos e mansamente perigosos e seus dotes não o favoreciam.
Murchou com raiva e ternura ele, vindo a se transformar em um tigre de papel.
Contentou-se, ou achou que estava se contentando com a simples veneração e os desejos velados daqueles que imaginam que algo NÃO está acontecendo simplesmente por causa da batina.
Ora, EUREKA, passa de um gato mansinho para um homem sério e de convicções, que luta contra seus desejos em nome de um ideal religioso-filosófico, apesar de açoitado diariamente pelos seus desejos sensuais...balela...mas funcionou por um tempo.
Conseguiu finalmente sentir-se homem, já que bastava desfilar e ser um ídolo. Sendo ele imaculado e intocável, essa masturbação mental o alimentou por anos.
Não. Não está acontecendo é porque ele não pode, mas criou toda aquela fantasia e se refugiou no suposto e pretenso e obrigatório caminho do celibato para tentar de alguma maneira resgatar a masculinidade que nao pode exercer
Exerce de maneira apenas vaidosa e contemplativa, à distancia, sempre parecendo ser o cara mais sério do mundo porque não trepa, quanto ele queria ser o cara mais sério do mundo porque conseguia satisfazer uma fêmea na cama (no turíbulo, genuflexório, onde for...)
Mas acabou não se contentando com esse exercício esquizofrênico de masculinidades a distancias, com masturbações nos banheiros de hotéis, catedrais e palcos e acabou entrando em depressão, engordando e ficando inchado de remédios. Está no limbo.
Ele, aliás, já apresentou falhas de caráter importantes como quando pegou um membro do televisivo Pânico pelo pescoço com as duas mãos fazendo uma cara de raiva, que nunca tinha apresentando. Depois se deu conta logo, e largou o diabito, fazendo carinhas mal dissimuladas para maquiar sua raiva latente.
Nada a favor do Pânico, quero que vão pra puta que pariu... aquele psicopata do Surita e sua trupe de imbecis.
A questão interessante foi o ato falho do ser este...o Padre Marcelo.
Ele apareceu com aquela cara de galã, fazendo aquelas musicas infames, com aquelas batinas largas como capas de super-homem, mas acabou não dando resultado a longo prazo, e hoje ele rasteja na sombra do que nunca quis ser, sempre com o pensamento naquilo que queria ter sido e não pode, porque Deus não lhe beneficiou com boas qualidades masculinas.
O mesmo Deus a quem ele serve.
Ok. That's all folks.
Fiquem na cia da insanidade do Hajj. Quando era criança lembro destas imagens do Hajj, e sempre pensava: porque será que essa gente toda fica girando em torno dessa caixa quadrada...
E nós, porque não seríamos e apenas seríamos? Porque ritualizar tanto as nossas próprias mortes. Deveríamos agir como os elefantes, olhar um tempo, cheirar o corpo, ficar um tempo parado e depois apenas seguir em frente.
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Ainda bem que não sou muçulmano. Sorte. por várias razões.
Uma delas é que não precisaria morrer pisoteado no hajj, para depois o pessoal barbudo (imagino que sejam barbudos...sempre são...estética odiosa e fedorenta...) apenas lançar uma declaração curta dizendo que as dezenas de seres mortos foram indisciplinados (!!!!)
PORRA, MAS esses MERDAS não deveriam organizar aquela merda???????? Tem TODOS os anos, e em algumas oportunidades MILHARES já morreram pisoteados.
Vão tomar no cú. Todos eles, tanto o "staff" quanto a "entourage"!!! Porra, loucura delirante tem limites argumentativos. Ultrapassados tais limites, me sinto no Direito e muito a vontade para simplesmente mandar tomar no cu.
"Hajj ou Hadj (árabe:حج) é o nome dado à peregrinação realizada à cidade santa de Meca pelos muçulmanos. É considerada como o último dos "Cinco pilares do Islamismo" (arkan), sendo obrigatória, pelo menos uma vez na vida, para todo o muçulmano adulto, desde que este disponha dos meios econômicos e goze de saúde. Cerca de dois milhões de pessoas de todos os pontos do planeta realizam anualmente o Hajj."
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Gosto do Papa atual. Muito.
Mas Papas não servem para nada. Aliás, servem, para estorvar (palavra incorporada ao vernáculo a partir do universo dos pedreiros, nobres e operosos).
Aquilo tudo é ridículo demais. O ser humano é tão engraçado. Imagina se pudesse se ver de fora.
Crianças e seus brinquedos, sadismos e choradeiras. Dramas inexistentes para preencher vidas vazias.
Contudo, gosto muito da forma como se apresenta este Sumo. Se fosse para existir um Papa, que fosse ele, apesar de alguns deslizes.
Como aquela ideia cretina de entrar nos Estados Unidos pela fronteira do México, o que quase acabou se concretizando, só não ocorreu por questões de logística.
Papa, Papa, meu Papinha...
não faça besteirinha...
Ora meu caro Papa, essa estória de fronteiras abertas não é bem assim parceiro...
Mãe Joana??? Madre Teresa??? Congresso Nacional?? Casa de Tolerância?? Poupa-me (poupai-vos, se assim entendeis melhor).
Sou bem mais a favor de que cada povo faça o melhor que puder por seu desenvolvimento, até o fim, e não incentivar pessoas que simplesmente fogem de suas pátrias para procurar lugar onde está dando certo, ao invés de tentar fazer com que cresça.
Oportunistas mercenários.
Se não, vira putaria.
Uma coisa é um ato humanitário e organizado.
Outra coisa é ficar recebendo em seu solo pessoas movidas por simples conveniências egoístas e oportunísticas, para provavelmente engrossar as fileiras de subempregados, que procuram gangues e o crime como solução.
É por isso que Los Angeles vive aquele martírio relacionado às gangues porto-riquenhas, praga que nunca teve fim, pois, como disse o Ice-T..."gangs in LA will never die"...colors...colors...
Mas isso não seria privilégio do Sumo Pontífice (devem dar estes nomes pomposos para compensar a falta ou ausência de virilidade masculina, como os baixinhos que gostam de camionetes, ou olhar de cima, como o Maradona e o Romário - não sei como eles conseguem sendo baixos em estatura (todas) mas eles tem o curioso dom de olhar as pessoas de cima...e convencem mesmo...peixe...).
É como pegar uma sardinha e escrever: "tubarão". O nome não designa o ser, mas sim a sua essência, como diziam os canibais de cabeça de gente.
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Ele é bipolar e interrompido. Tem uma certa loucura a explodir, e já explodindo em silêncio. Ele tem o pênis minúsculo, é impotente, sofre de tremor crônico, é tenso, ansioso e tem cheiro de medo, as suas mãos suam gelado e sua acima do lábio superior.
Devia ser surrado e oprimido moralmente por um pai opressor. Ficou muito tempo perto demais da mãe. Aprendeu costura, cozinha e canto. Farinnelli, il castratti.
Procurou a batina como forma de compensar o que não conseguiu ter como homem, ainda mais com a sua estatura, o que o envergonhava ainda mais, pois sua voz era fina, seus olhos chorosos e mansamente perigosos e seus dotes não o favoreciam.
Murchou com raiva e ternura ele, vindo a se transformar em um tigre de papel.
Contentou-se, ou achou que estava se contentando com a simples veneração e os desejos velados daqueles que imaginam que algo NÃO está acontecendo simplesmente por causa da batina.
Ora, EUREKA, passa de um gato mansinho para um homem sério e de convicções, que luta contra seus desejos em nome de um ideal religioso-filosófico, apesar de açoitado diariamente pelos seus desejos sensuais...balela...mas funcionou por um tempo.
Conseguiu finalmente sentir-se homem, já que bastava desfilar e ser um ídolo. Sendo ele imaculado e intocável, essa masturbação mental o alimentou por anos.
Não. Não está acontecendo é porque ele não pode, mas criou toda aquela fantasia e se refugiou no suposto e pretenso e obrigatório caminho do celibato para tentar de alguma maneira resgatar a masculinidade que nao pode exercer
Exerce de maneira apenas vaidosa e contemplativa, à distancia, sempre parecendo ser o cara mais sério do mundo porque não trepa, quanto ele queria ser o cara mais sério do mundo porque conseguia satisfazer uma fêmea na cama (no turíbulo, genuflexório, onde for...)
Mas acabou não se contentando com esse exercício esquizofrênico de masculinidades a distancias, com masturbações nos banheiros de hotéis, catedrais e palcos e acabou entrando em depressão, engordando e ficando inchado de remédios. Está no limbo.
Ele, aliás, já apresentou falhas de caráter importantes como quando pegou um membro do televisivo Pânico pelo pescoço com as duas mãos fazendo uma cara de raiva, que nunca tinha apresentando. Depois se deu conta logo, e largou o diabito, fazendo carinhas mal dissimuladas para maquiar sua raiva latente.
Nada a favor do Pânico, quero que vão pra puta que pariu... aquele psicopata do Surita e sua trupe de imbecis.
A questão interessante foi o ato falho do ser este...o Padre Marcelo.
Ele apareceu com aquela cara de galã, fazendo aquelas musicas infames, com aquelas batinas largas como capas de super-homem, mas acabou não dando resultado a longo prazo, e hoje ele rasteja na sombra do que nunca quis ser, sempre com o pensamento naquilo que queria ter sido e não pode, porque Deus não lhe beneficiou com boas qualidades masculinas.
O mesmo Deus a quem ele serve.
Ok. That's all folks.
Fiquem na cia da insanidade do Hajj. Quando era criança lembro destas imagens do Hajj, e sempre pensava: porque será que essa gente toda fica girando em torno dessa caixa quadrada...


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