“A dor é inevitável. O sofrimento, opcional.”
Carlos Drummond de Andrade
Não é comum que surjam ideias para a série "Conceitos Ácidos" tão seguidamente.
Ontem publiquei um, e hoje publicarei outro, mas antes deste acho que apenas um foi ao ar. Se bem que existe a série apenas há dois meses.
Enfim... a RESILIÊNCIA.
Pra variar, o termo deriva do latin - "resilio" - que vem a significar "retorno ao estado natural, termo que, inicialmente, era mais empregado no estudo da Física.
Representa a capacidade que possuem certos elementos de retornarem ao seu estado original, após terem sofrido pressões externas.
Interesso-me, contudo, pelo conceito mais afeito às artes da Psiquiatria. Pelo menos por ora.
Vamos ao conceito, pois:
"Resiliência (psicologia)Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A resiliência é um aspecto psicológico, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico.
No entanto, Job (2003), que estudou a resiliência em organizações, argumenta que a ela se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade.
Assim entendido, em 2006 Barbosa propôs que se pode considerar a resiliência como uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.
A resiliência não é um traço de quatro rodas, embora características pessoais possam contribuir para uma adaptação positiva a adversidades (Masten, 2014).
A resiliência de um indivíduo dependerá da interação de sistemas adaptativos complexos, como o círculo social, família, cultura, entre outros.
Alguns pesquisadores concordam que a resiliência pode se apresentar ou não em vários domínios da vida de uma pessoa (saúde, trabalho, etc.) e variar ao longo do tempo (Southwick et al, 2014)."

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