**Nota 1: Em tempo: no título do "post", não me refiro à sofrível, enfadonha e previsível película que também fala sobre cinzas e tons. Cinzas e tons não pertencem a eles, assim como Prada não pertence ao diabo, mas ao Papa. E o Brasil não pertence ao PT nem ao Curra, digo, Cunha.
E poucos mereceriam ascender, se isso fosse algo plausível e crível, mas se assim fosse considerado, o curioso é que a maioria seria de ateus e budistas. E bichos, incluindo o mosquito da Dengue, cujo mal causado não é voluntário.
***Nota 2: "Sei que as vezes uso palavras repetidas...mas quais são as palavras que nunca são ditas???..."
"Bingooooooooo." Coronel Hans Landa
"Os uniformes,
Os cartazes
Os cinemas
E os lares
Nas favelas
Coberturas
Quase todos os lugares.
E mais uma criança nasceu.
Não há mais mentiras nem verdades aqui
Só há música urbana.
Yeah, Música urbana.
Oh Ohoo, Música urbana."
E as ratoeiras essa noite ainda não produziram o seu tradicional e adrenalinante grito metálico, normalmente acompanhado de mais metal, só que, desta vez, não aos gritos.
É algo mais parecido com aquilo que se debate.
Ainda que possam ser tidas como vetustas, gosto das ratoeiras, justamente em virtude da tensão do silêncio quebrado pela utilidade da atividade direcionada à privação da vida de outrem, no caso, o roedor, portador de doenças que não precisamos.
Já temos muitas. Já temos a nós e aos outros. Homo omni lupus, infernos e outros. Dog eat dog.
Já temos muitas. Já temos a nós e aos outros. Homo omni lupus, infernos e outros. Dog eat dog.
Contudo, acabo ficando com pena do ser de que se trata, pobre diabo, escrevo de sua condição repelente. Não têm culpa, apenas é. E, por ser, é eliminado.
Enfim, as coisas devem seguir o seu rumo mais lógico, nesse caso.
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Invariavelmente identificamo-nos com alguns personagens da ficção.
Mickey Rourke, Guevara, Pollock, etc.
Ou da vida real. Ou ambas.
Âmbar...bela tonalidade, principalmente para os óculos de sol, aparato da tecnologia moderna que se mostra tão útil, talvez mais para mim que tenho alguma fotofobia.
Amber Vision. Polishop.
Se dependesse apenas da minha vontade, a Polishop viraria fumaça, sumiria do mapa, inclusive da memória impressa e mental dos humanos.
Assim como os racistas e homofóbicos. E os políticos e policiais desonestos.
No caso, lembrei do instigante e incrivelmente sagaz e inteligente (gênio) Dr. House, da série de episódios veiculados por vários canais de TV não aberta.
Muito bom mesmo, com as ressalvas habituais, mas excelente este personagem interpretado pelo também excelente Hugh Laurie.
Tem um ator que gosto também, o neurologista melhor amigo dele, que atuou na Sociedade dos Poetas Mortos.
E olha que não gosto destas porcarias de seriados enlatados.
Recordo que, certa feita, tendo com amigos em um inferninho qualquer, acabei pegando um taco de beisebol e destruindo parcialmente um bar, pois estava passando maratona do Lost na TV do malfadado estabelecimento de diversão, que denomino, rogericamente, de curral.
Teria a mesma reação se estivéssemos a tratar do Programa apresentado pela americana Oprah Winfrey, uma espécie de Anamaria Braga dos EUA, só que sem aquele papagaio irritante.
Engraçado, pois sequer lógica pode haver na postura moral daquele estúpido ser de plástico, conduzido por um humano que faz aquela voz de cu de aipim, na medida em que aquela criatura inanimada e animada e desanimada, apenas faz reforçar e elogiar a sua criadora...
Quanta loucura devemos ter para desempenharmos um tal papel.....
Bem, mas continuando...
Evidentemente estou brincando quando mencionei qque havia quebrado um estabelecimento.
É que não gosto de deixar a verdade atrapalhar a estória. É como o Garrincha, e os dribles a mais. Alguns gênios bebem e são tortos.
Nunca vejo nenhum, exceção feita ao "Everybody Hates Chris.........excelente.........do Chris Rock, não menos excelente hehehhe, afinal, o seriado é inspirado em fatos da sua infância e adolescência. Muito bom mesmo.
Mas o House está muito acima.
Normalmente os personagens são melhor interpretados, aliás, quando o próprio ator apresenta os traços da personalidade da personagem que quer representar.
O Rourke seria um exemplo imediato, novamente.
O próprio Laurie, o Depp, o Eastwood, Gene Hackman, Forest Whitaker, Yul Brynner, Di Caprio, Brad, Matthew Mc Conaughey, Daniel Day Lewis, Robert Downey Jr.
O formidável Gary Oldman, o Denzel, Hopkins, Bronson, Wylker, Selton, Walken, Martin Sheen, M. Brando, fantástico Henry Fonda, Claudia Cardinale, uma das mulheres mais bonitas que já existiram, lembra a Paula Araújo, o Megamente (kkkk) etc etc etc
Ou ainda o genial, inesgotável e imperdível Christoph Waltz, mais conhecido como Coronel Hans Landa - aulas de atuação.
Ator improvável. Só o Tarantino mesmo.
E normalmente, por decorrência, as pessoas costumam achar a gente parecidos justamente com aqueles personagens que nos identificamos mais.
Sempre me acham parecido com algum tipo de psicopata, ou ser estranho. Não saberia explicar o porque desta coincidência (!!)...
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"E o pulso...ainda pulsa...
E o corpo...ainda é pouco..."
E eles todos cumpriram o que havia de ser cumprido. Agora, os mansos correm para a cama, a fim de não ler e masturbar flátulos, que vão e voltam conforme o sono do coelho que o acompanha. Sozinhos não tolerariam a própria existência.
O eco de suas aflições os atormentaria até o suicídio.
Nem que seja aquele em vida, aquele de quase todos. Quando se perambula pelo limbo, o famoso vale da morte, no dizer "rogerico". Sem pastores e sem cajados. E sem asas (red bull).
Ruim com ele. Pior sem ele.
E eles todos cumpriram o que havia de ser cumprido. Agora, os mansos correm para a cama, a fim de não ler e masturbar flátulos, que vão e voltam conforme o sono do coelho que o acompanha. Sozinhos não tolerariam a própria existência.
O eco de suas aflições os atormentaria até o suicídio.
Nem que seja aquele em vida, aquele de quase todos. Quando se perambula pelo limbo, o famoso vale da morte, no dizer "rogerico". Sem pastores e sem cajados. E sem asas (red bull).
Ruim com ele. Pior sem ele.
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ESPARSAS ANÁLISES DOS ESPARSOS EXISTIRES...DEVANEIO...
Dito isto, passemos ao que realmente interessa. Consideremos a questão dos aperitivos como metáfora.
Ou a velha e boa nata do café com leite. A lama. As aparas.
Engraçado, em nosso mundo, ao contrário das tradicionais narrações que dão supedâneo às mais diversas produções de ficção, em todas as áreas, os monstros, à noite, correm todos para as suas camas, em busca de seus pesadelos.
Ou perambulam, em silêncio, de pijama e peidando escondido, ou fumando escondido, no limbo da escuridão de seus amargos lares de luzes brancas e vidas secas.
(as vezes pareço o Geraldinho, do Angeli, confesso)
E têm medo, como os coelhos.
Ou os Lobos-Guará, aqueles que são nossos e são parecidos com o coiote do Papa-Léguas.........bi bi.......desenhos sórdidos......ótimos......ou ainda ......"eu acho que eu vi um gatinho"..........kkkk
Se produzirmos um som alto e repentino, falecem.
Passado o frenesi inicial da noite de natal, e adentramos o frenesi paralelo, onde tudo é um pouco mais sujo e despojado espíritos livres. Apenas os escravos de alguma coisa qualquer passam a vagar.
E barulhar.
E tudo isso faz parte do que é o fenômeno humano, o que acaba tornando interessante a questão como tema de análise e inspiração. Uma inspiração apenas vaga.
Como aquilo que roda por baixo do que é principal, sem ser o seu alicerce.
O DOS, quando nasceu o Windows, não seria um bom exemplo, pois este dependia daquele para funcionar.
O DOS, quando nasceu o Windows, não seria um bom exemplo, pois este dependia daquele para funcionar.
Agora, os que dormem, dormem, meio embriagados. De qualquer coisa.
Os que catam começam a catar o que foi deixado pelos que foram dormir, ambos meio embriagados. De qualquer coisa.
Os que dormem, mesmo quando estão acordados, dormem e acordam e cagam e comem, e tudo sempre religiosamente nos mesmos santos horários (horarius sanctus)... sempre nos mesmos horários.
Costumava ajustar o relógio simplesmente observando os hábitos de uma pessoa dessas, cujo nome não convém citar, que caga, apaga a luz, come, acorda, fala, peida, gravita, pratica as suas maldades e vive no limbo sempre nas mesmas horas.
Como aqui na vivenda em que resido, Dom Rugeri que sou, acerto o meu antigo relógio de bolso (que o meu avô precisou esconder no ânus por vários anos, durante a Guerra do Ânus, digo, do Vietnam, para que não fosse confiscado - lembrei do Pulp Fiction - genial), pelo horário em que o vizinho da frente, monocromático e sem vida, deixa o cão percorrer o arredor por 04 minutos, após o que, tudo novamente é encerrado.
Não tenho nada a ver com isso, mas costumo caminhar kilômetros por semana com meu cão usando uma guia, coleira e minhas pernas.
Tem gente que parece que carrega a vida. Que está apenas cumprindo uma série de compromissos inevitáveis porque não tem criatividade para fazer com que as coisas sejam diferentes do que consta em seus Manuais do Escoteiro Mirim.
Apenas seguem em frente, marcados, como o gado, "o bicho coitado não pensa nem nada...só vai caminhando direito a charqueada...", e vão todos de preto. E não são homens, são corruptela.
São tigres de papel.
E a noite flui pelos meus dedos. E a areia vai caindo, dourada e vagarosa, na ampulheta.
Os que catam começam a catar o que foi deixado pelos que foram dormir, ambos meio embriagados. De qualquer coisa.
Os que dormem, mesmo quando estão acordados, dormem e acordam e cagam e comem, e tudo sempre religiosamente nos mesmos santos horários (horarius sanctus)... sempre nos mesmos horários.
Costumava ajustar o relógio simplesmente observando os hábitos de uma pessoa dessas, cujo nome não convém citar, que caga, apaga a luz, come, acorda, fala, peida, gravita, pratica as suas maldades e vive no limbo sempre nas mesmas horas.
Como aqui na vivenda em que resido, Dom Rugeri que sou, acerto o meu antigo relógio de bolso (que o meu avô precisou esconder no ânus por vários anos, durante a Guerra do Ânus, digo, do Vietnam, para que não fosse confiscado - lembrei do Pulp Fiction - genial), pelo horário em que o vizinho da frente, monocromático e sem vida, deixa o cão percorrer o arredor por 04 minutos, após o que, tudo novamente é encerrado.
Não tenho nada a ver com isso, mas costumo caminhar kilômetros por semana com meu cão usando uma guia, coleira e minhas pernas.
Tem gente que parece que carrega a vida. Que está apenas cumprindo uma série de compromissos inevitáveis porque não tem criatividade para fazer com que as coisas sejam diferentes do que consta em seus Manuais do Escoteiro Mirim.
Apenas seguem em frente, marcados, como o gado, "o bicho coitado não pensa nem nada...só vai caminhando direito a charqueada...", e vão todos de preto. E não são homens, são corruptela.
São tigres de papel.
E a noite flui pelos meus dedos. E a areia vai caindo, dourada e vagarosa, na ampulheta.
Apenas mais do mesmo. Mais da música urbana, como a merda que, inevitavelmente, há de correr pelos esgotos, ainda mais nas noites em que os porcos se fartam com peru.
Sempre foi e sempre será assim. Alguns perecem sofrendo para que outros se fartem sorrindo, ainda que engasgando com suas culpas.
Curioso - todo mundo sabe o que é o certo e o errado. Cada um segue o caminho que quer.
Maldade é uma questão de opção, não de tendência.
É por isso que numa briga, é perigoso não ter razão. E quem tem razão já nasce maior, e isso podemos divisar no olhar daquele que errou.
Sempre foi e sempre será assim. Alguns perecem sofrendo para que outros se fartem sorrindo, ainda que engasgando com suas culpas.
Curioso - todo mundo sabe o que é o certo e o errado. Cada um segue o caminho que quer.
Maldade é uma questão de opção, não de tendência.
É por isso que numa briga, é perigoso não ter razão. E quem tem razão já nasce maior, e isso podemos divisar no olhar daquele que errou.
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Com o tempo perdi o medo do escuro. Muitos nunca abandonam tal característica.
Contudo, o mais interessante é que, também com o passar dos anos, e considerando que sou ateu, também não dou mais ibope para os ruídos noturnos, ao longo da madrugada.
Estes que a gente sabe que não é ladrão nem humanos em geral tocando música urbana.
Ou ratos no forro antigo, empoeirado e labiríntico das casas antigas, carimbadas com a energia de toda a energia que ali habitou e viveu a náusea ansiosa de estar vivo.
E na época, além da náusea ser mais contundente, pois mais chatos os humanos, o pior é que ainda não tinha sido inventado o Rivotril.
Nem o Viagra, o que, ironicamente, acabaria aliviando ambas as tensões.
Desses que a gente nem quer mais saber o que é. Desses que sempre estarão ali, e procurar a sua causa acaba sendo mesmo uma enorme perda de tempo.
Tempo é letra, e acabei descobrindo que tenho mais letra que tempo. Ars longa. Vita brevis.
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As vezes deixo ligado o rádio na Globo.
Hoje, tive a rara oportunidade de ouvir (estava longe, caso contrário teria atirado o aparelho na parede......brincadeira..........tê-lo-ia desligado apenas....) um longo diálogo entre dois seres masculinos a respeito do fato de amarem a mesma mulher.
Falavam sério sobre aquilo, com gravidade, como parecem os adultos falando, como parecem os adultoss brincando de ser adultos sem nada saber sobre o que dizem, ou falando asneiras cretinas bobas e repetitivas em alto tom, como se fossem sabedores de qualquer coisa.
Pouca gente sabe alguma coisa. Aquilo tudo acabou em gargalhadas minhas, e o desligamento do rádio. Era a hora do Jazz.
Curioso mesmo é que um lixo desses tem um ibope incrível, a ponto de enriquecer vendedores de eletrodomésticos e produtos de limpeza para o lar, por isso mesmo nos EUA as novelas são chamadas de "soap operas".
Americano é estranho. Aqueles do norte, pelo menos. Mas dão certo. Como quase tudo na vida, até mesmo o Sartori (não no caso da governança, falo em acumulação de bens).
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Bem, então, para finalizar, e já que referi acima, nada melhor do que nos aliviarmos com a incrível presença da Claudia Cardinale, uma das mulheres mais bonitas que o Rogério já teve a oportunidade de nutrir impulso estético positivo.
Que loucura, e não tem nada de moderna. O que é bom é bom em qualquer época. Por isso ouço Doors e Pink Floyd todos os dias.
E noites.
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As vezes deixo ligado o rádio na Globo.
Hoje, tive a rara oportunidade de ouvir (estava longe, caso contrário teria atirado o aparelho na parede......brincadeira..........tê-lo-ia desligado apenas....) um longo diálogo entre dois seres masculinos a respeito do fato de amarem a mesma mulher.
Falavam sério sobre aquilo, com gravidade, como parecem os adultos falando, como parecem os adultoss brincando de ser adultos sem nada saber sobre o que dizem, ou falando asneiras cretinas bobas e repetitivas em alto tom, como se fossem sabedores de qualquer coisa.
Pouca gente sabe alguma coisa. Aquilo tudo acabou em gargalhadas minhas, e o desligamento do rádio. Era a hora do Jazz.
Curioso mesmo é que um lixo desses tem um ibope incrível, a ponto de enriquecer vendedores de eletrodomésticos e produtos de limpeza para o lar, por isso mesmo nos EUA as novelas são chamadas de "soap operas".
Americano é estranho. Aqueles do norte, pelo menos. Mas dão certo. Como quase tudo na vida, até mesmo o Sartori (não no caso da governança, falo em acumulação de bens).
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Bem, então, para finalizar, e já que referi acima, nada melhor do que nos aliviarmos com a incrível presença da Claudia Cardinale, uma das mulheres mais bonitas que o Rogério já teve a oportunidade de nutrir impulso estético positivo.
Que loucura, e não tem nada de moderna. O que é bom é bom em qualquer época. Por isso ouço Doors e Pink Floyd todos os dias.
E noites.





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