"Quando tudo é uma piada, nada faz mais sentido do que ser o comediante." Watchmen.
Abusar da matéria orgânica, para sugar a matéria da alma, pois morrer é o nosso destino.
Acaso não fosse, ponderar-se-ia.
E qual seria a matéria da alma? Que alma? senão aquele sentido ateu...........de alma.
O sentido inevitável, mesmo que ao escrever isso, esteja ouvindo "Stabat Mater", por Vivaldi.
Acaso não fosse, ponderar-se-ia.
E qual seria a matéria da alma? Que alma? senão aquele sentido ateu...........de alma.
O sentido inevitável, mesmo que ao escrever isso, esteja ouvindo "Stabat Mater", por Vivaldi.
Portanto, não faz sentido abusar da alma, para obter matéria orgânica, falível e fractal que é...mais lógico e apropriado é fazer o contrário...
Será?
Sim...
Será?
Sim...
Quente a noite, como há um ano, em outro lugar...como é o dezembro...todos os anos...
*******************************XXX*****************************
*******************************XXX*****************************
Ainda que o de sempre seja o de sempre justamente por ser repetitivo, não estou com vontade de falar em Calheiros, Jatos, Temers e Lulas. E sobre a nossa vocação para rastejar.
Essa gente faz parte de um universo paralelo (mesmo os que rastejam), ainda que poucos saibam disso, pois eles sempre serão eleitos (por aqueles que também rastejam...como as lesmas, ainda que estas sejam mais nobres, pois nasceram para isso...e não falham), até mesmo em face da pesquisa recentemente divulgada, que mostra o Luis Inácio com alguma margem de vantagem.
Tolos...malditos masoquistas...estúpidos ao infinito.
Tolos...malditos masoquistas...estúpidos ao infinito.
Não saberia enumerar a quantidade de inquéritos em que o Lula está indiciado.
Ou o PT.
Sei apenas que é uma sandice não apenas votar neste ser, mas votar em tal ser sabendo de tudo o que o seu Partido promoveu de ruim nos últimos anos. Por meio de seus membros, onde o próprio Lula é a figura chave. Central.
E todos os que roubam são sempre reeleitos. Por isso mesmo não convém alongar o tema, senão, quando muito, lamentar em silêncio.
Um silêncio piedoso, e inevitável. Um silêncio pesado.
Sendo inevitável, que, ao menos, seja piedoso, senão as mãos suam. Mas que seja pesado, senão quem sua é a alma.
Que seja piedoso, caso contrário, os nervos sofrem. Que seja quase egoísta, senão vomitamos. E sofremos paradas cardíacas. Um silêncio realista. E duro.
Que seja piedoso, caso contrário, os nervos sofrem. Que seja quase egoísta, senão vomitamos. E sofremos paradas cardíacas. Um silêncio realista. E duro.
Masoquistas. Burros,masoquistas e miseráveis. Somos feito disso. Contentemo-nos.
No próximo certame eleitoral, vamos eleger, além dos mesmos rato de sempre, alguns ratos novos. Só isso. É o máximo que podemos fazer, mal preparados que somos. Rastejantes. Efêmeros em nossa ignorância infinita.
E então continuaremos a ver o Calheiros pousando, soberbo, em frente às câmeras, vomitando as suas bobagens retóricas habituais. Ser repelente. Ser?
Continuaremos a ver o Temer, com toda aquela empáfia, própria daqueles que não confiam no que estão dizendo. Aquela pose, que, de tão dura, soa falsa, temerária e provoca torcicolos.
Com toda aquela atitude flagrantemente vaidosa, própria dos fracos, dos despojados de convicções, dos que colocam sua biografia cagada à frente de interesses maiores. Dor nas costas. E no ombro. Pré-estátua de si mesmo.
Tenho refletido sobre o fato de que o atual Presidente brasileiro deve sofrer, com frequência, não apenas com os dissabores de tolerar o nada que é, mas também com os torcicolos que devem acometer a sua saúde fisiológica com certa regularidade, haja vista a postura adotada em suas aparições em público.
Parece um boneco. Um robô. Vai acabar ficando com o pescoço duro, como dizia a minha mãe.
Ora, além de baixinho e limitado em termos estéticos, de personalidade e de caráter, ainda revela traços de absoluta incompetência com relação à função que atualmente desempenha. Infelizmente. Burros e loucos gostam dele. Burro e louco ele é.
Ele externa atos falhos que revelam o seu recalque por ser baixo, feio, e acanhado em termos morais e intelectuais, o que acaba por tornar a sua figura patética, emética e repugnante.
Pena que apenas poucas pessoas vejam isso.
As mesmas que, infelizmente, deverão ser administradas pelos débeis de que se trata, pois, no próximo pleito, continuarão sendo eleitos, perpetuando não só a a noção clara do lixo de que somos formados, mas o posicionamento surrealisticamente masoquista e burro daqueles que os elegem ano após ano.
Daqueles que ano após ano nos fazem sofrer nas mãos de desonestos, escroques e sujos. Daqueles que nada sabem sobre si mesmos. Daqueles que vivem esperando o carnaval, festa dos tolos.
No próximo certame eleitoral, vamos eleger, além dos mesmos rato de sempre, alguns ratos novos. Só isso. É o máximo que podemos fazer, mal preparados que somos. Rastejantes. Efêmeros em nossa ignorância infinita.
E então continuaremos a ver o Calheiros pousando, soberbo, em frente às câmeras, vomitando as suas bobagens retóricas habituais. Ser repelente. Ser?
Continuaremos a ver o Temer, com toda aquela empáfia, própria daqueles que não confiam no que estão dizendo. Aquela pose, que, de tão dura, soa falsa, temerária e provoca torcicolos.
Com toda aquela atitude flagrantemente vaidosa, própria dos fracos, dos despojados de convicções, dos que colocam sua biografia cagada à frente de interesses maiores. Dor nas costas. E no ombro. Pré-estátua de si mesmo.
Tenho refletido sobre o fato de que o atual Presidente brasileiro deve sofrer, com frequência, não apenas com os dissabores de tolerar o nada que é, mas também com os torcicolos que devem acometer a sua saúde fisiológica com certa regularidade, haja vista a postura adotada em suas aparições em público.
Parece um boneco. Um robô. Vai acabar ficando com o pescoço duro, como dizia a minha mãe.
Ora, além de baixinho e limitado em termos estéticos, de personalidade e de caráter, ainda revela traços de absoluta incompetência com relação à função que atualmente desempenha. Infelizmente. Burros e loucos gostam dele. Burro e louco ele é.
Ele externa atos falhos que revelam o seu recalque por ser baixo, feio, e acanhado em termos morais e intelectuais, o que acaba por tornar a sua figura patética, emética e repugnante.
Pena que apenas poucas pessoas vejam isso.
As mesmas que, infelizmente, deverão ser administradas pelos débeis de que se trata, pois, no próximo pleito, continuarão sendo eleitos, perpetuando não só a a noção clara do lixo de que somos formados, mas o posicionamento surrealisticamente masoquista e burro daqueles que os elegem ano após ano.
Daqueles que ano após ano nos fazem sofrer nas mãos de desonestos, escroques e sujos. Daqueles que nada sabem sobre si mesmos. Daqueles que vivem esperando o carnaval, festa dos tolos.
*********************************XXX*******************************
Pois da arte é o que se trata.
Assim sendo, não faz sentido que nos atenhamos a detalhes que pertencem apenas ao mundo caótico e ilógico das incompreensões humanas.
Isso, aliás, acaba acontecendo justamente em virtude de que são repetitivas e disseminadas, a tal ponto que acabamos por achar normal tornar-se um medíocre, caminho relegados aos fracos, que acabam por figurar como a grande maioria daqueles que nasceram humanos. Infelizmente.
Onde debruçar-se, pois?
Quando nada mais resta, nada é o que resta.
Ou resta a arte, algo que considero exterior ao fenômeno humano, e mesmo ao fenômeno da natureza, tendo em vista que por vezes deparamo-nos com a arte produzida por um humano. Noutras vezes, com a arte produzida pela natureza. Aquela que nasce ao acaso.
Ou será que as duas nascem prontas?? Talvez...
A arte é exterior a nós, e se manifesta como uma dádiva incompreensível. Veículos eventuais.
Contudo, a arte produzida pela natureza, até onde acredito, acaba por ser fortuita. Aquela produzida pelo humano, deriva de projeções interiores e talentos inatos que merecem ser cortejados.
A arte é exterior a nós, e se manifesta como uma dádiva incompreensível. Veículos eventuais.
Contudo, a arte produzida pela natureza, até onde acredito, acaba por ser fortuita. Aquela produzida pelo humano, deriva de projeções interiores e talentos inatos que merecem ser cortejados.
Será que cortejamos mais aquilo que não é mero acaso, ou fortuito?? Talvez...
Talvez porque visualizemos, além da arte, o sentido subjetivo ostentado por todos nós, o qual, ainda que subjetivo, não pertence ao acaso da natureza, mas a nossa tendência como grupo, ainda que poucos saibam esmiuçar.
Ou seja, acaso plantas fôssemos, a atração pela arte da natureza nos faria mais sentido.
De qualquer maneira, poucos sabem ou decidem o que venha a ser arte, como se não devesse ser um elemento que pertencesse apenas àqueles sujeitos prontos para experimentá-la em sua verdade inteira, ainda que, ao fim e ao cabo, acabe sendo a própria verdade. Veículos.
Veículos do bem, em sentido oposto aos que simplesmente são medíocres. E rastejam. Não por opção, mas por vocação, e estes são a maioria, senão a arte não seria arte.
Veículos do bem, em sentido oposto aos que simplesmente são medíocres. E rastejam. Não por opção, mas por vocação, e estes são a maioria, senão a arte não seria arte.
Convém ressaltar, a propósito, que mesmo a verdade seja externada por meio de mera abstração artística, ou mesmo a crua explicitação dos bárbaros (as proferem sem compreender...sem querer), ela será sempre o que é.








